CONCEITOS PRÓPRIOS:
1- AMOR- doação e cumplicidade
2- TRISTEZA- mágoa retida
3- LEALDADE- uma amizade recíproca
4- LIBERDADE- respeito ao espaço do semelhante
5- BONDADE- uma postura receptiva para ouvir
6- SAUDADE- um prêmio para quem já amou
7- BELEZA- uma vaidade efêmera, furtiva e ilusória que está superfaturada e tira a lucidez.
8- AMBIÇÃO- uma tênue linha entre o bem e o mal
9- CULTURA- uma herança insubstituível
10- HUMILDADE- um sinal de sabedoria
11- VERDADE- o que estamos procurando em vão
12- MALDADE- é um sentimento que nos inutiliza
13- SIMPLICIDADE- é a vivência da verdade.
14- CARIDADE- é um apostolado gratuito e que se transforma em gestos de bondade e que só os seguidores de Cristo sabem defender e distribuir aos semelhantes abandonados a sua sorte.
15- JUSTIÇA- é a que pune os discriminados sociais.
16- CRIMINALIDADE- é o que resulta da impunidade no país como se não existissem leis.
17- FALSIDADE- é a hipocrisia social aceita.
18- MEMÓRIA- algo que nos permite refazer conceitos mas que não devemos acumular quando nos torna tristes.
19- ORIGINALIDADE- qualidade em baixa
20- POLÍTICO- alguém em quem não se pode confiar.
21- COMPETÊNCIA- é a capacidade de se tornar o melhor para consigo mesmo e para com a sociedade.
22- EDUCAÇÃO- são os anseios de ter uma formação específica,tanto quanto a informação, de um povo sofrido e carente da atenção dos seus governantes.
23 -HABITAÇÃO- direito à moradia subtraído ao trabalhador.
24- SAÚDE- doença social não levada à sério.
25- RELIGIÃO- um subterfúgio para empobrecer ainda mais o pobre e iludi-lo com a promessa de paraíso.
Descrevi esses 25 conceitos como os vejo na atualidade.
Em verdade, se encontram fragmentados. São partículas menores, diferentes da ideia dos verdadeiros valores ensinados à humanidade pelos grandes filósofos: Sócrates Platão e Aristóteles.
Nunca esquecendo que os conceitos são relativos e que temos exceções, graças a Deus.
KATIA CHIAPPINI
Pensamentos,poesias e crônicas de minha autoria,para os apreciadores de gotas poeticas. Essas constituem um bálsamo para a paz espiritual,cujas ondas se inserem na harmonia do cosmos.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
FALTAVA VOCÊ
Só faltava você!
Tia Thereza, irmã de minha mãe, era uma professora dedicada e uma pessoa sensível aos anseios dos semelhantes.
Ao se aposentar passou a trabalhar na chácara que herdara de seus pais. Tinha prazer em levantar bem cedo e colher os figos para fazer compota, antes que os passarinhos os bicassem. Cultivava verduras e frutas e tratava pessoalmente de plantar, adubar a terra, cercar, regar o solo. Haviam rosas de tocas as cores, crisântemos, orquídeas e uma variedade de flores raras muito bem cultivadas.
Nas horas de lazer dedicava-se a escrever crônicas que eram publicadas no jornal da cidade.
A literatura era sua fiel companheira. Chegou a publicar dois livros em Porto Alegre, por ocasião da feira do livro anual. Os livros resgataram a história da família para que os mais jovens pudessem tomar conhecimentos da contribuição de seus antepassados, nos fatos ligados à história do Rio Grande do Sul. ''Lembranças de menina'' e'' Corpo e alma'' foram os títulos publicados.
Seu único vício era o tabagismo, de tal modo, que emendava um cigarro no outro, fumando- os compulsivamente.
Durante as férias escolares eu costumava visitar minha tia em Santana do Livramento.
Não tinha como não se preocupar com aquela respiração profunda e um pouco ofegante.
Comentei o fato com uma irmã da tia, minha tia também, que acabou por marcar uma consulta médica em Porto Alegre.
Ao realizar os exames ficou constatado que minha tia havia adquirido um câncer de laringe. Minha tia foi operada por uma junta médica de primeira ordem e permaneceu hospitalizada por longo tempo. Recebeu a visita das amigas professoras de Porto Alegre que convidava para passar uma temporada na chácara.
Tia Thereza me apreciava e costumávamos falar sobre assuntos literários porque desde menina eu costumava escrever.
Eu trabalhava e estudava nessa época e tardei a visitá-la no quarto de hospital. Quando, finalmente reservei um horário para estar com ela, ao me ver foi logo dizendo:
- Katia, só faltava você.
Imediatamente, como se fosse mágica, meus olhos lacrimejaram, deixando-me constrangida e sem palavras. E nunca esqueci sua expressão entre aliviada e alegre. Os olhos de minha tia ficaram presos em mim e suas mãos apertaram as minhas Abracei-a ,com carinho e longamente,tentando convencê-la de que a demora jamais significaria ausência e muito menos esquecimento.Pensei nela, sim, e no fato de que a fragilidade é total nessa situação. Se não me programasse para vê-la ira deixá-la triste e decepcionada comigo.
Passei o dia todo no hospital e dormi com minha tia, inclusive para dar folga a minha prima que precisava descansar.
Tia Thereza escrevia na folha de papel eu lhe respondia.
Hoje, já ausente e em outro plano, estou certa de que me perdoou e sinto que me acompanha nessas incursões poéticas.
Percebo que acompanha minhas rimas, sugere sinônimos,esclarece as minhas ideias, completa meus pensamentos e dá um toque mágico aos finais dos textos
Sempre que me preparo para escrever, na frente da mesa do computador, faço uma oração por ela e passo a postar meus textos no blog .
Na fase final procuro um final impactante ou inesperado que possa causar admiração:
- Tia Thereza, é tudo com você.
E logo as palavras começam a brotar como cachoeira, a adquirir mais brilho, a revelar força suficiente para tornar o texto digno da apreciação do leitor mais exigente.
Agradeço a tia cada momento desses, ao término do texto, que sempre me faz pensar que obtive a originalidade que pretendia.
Tia Thereza fazia questão de soletrar o seu nome porque não abria mão e mesmo fazia questão de que colocassem a letra H. Dizia-me que o nome ficava imponente parecendo pertencer à nobreza.
Tia Thereza ocupou uma cadeira na Academia de letras Santanense.
Ela foi uma das responsáveis pela publicação do jornal Arcádia, órgão divulgador do mundo das letras.
E eu, sua sobrinha predileta, como me falava, sigo seus passos como um dos membros atuantes da Casa do Poeta riograndense.
TiaThereza, minha querida tia, que Deus a tenha em Sua morada!
KATIA CHIAPPINI
Tia Thereza, irmã de minha mãe, era uma professora dedicada e uma pessoa sensível aos anseios dos semelhantes.
Ao se aposentar passou a trabalhar na chácara que herdara de seus pais. Tinha prazer em levantar bem cedo e colher os figos para fazer compota, antes que os passarinhos os bicassem. Cultivava verduras e frutas e tratava pessoalmente de plantar, adubar a terra, cercar, regar o solo. Haviam rosas de tocas as cores, crisântemos, orquídeas e uma variedade de flores raras muito bem cultivadas.
Nas horas de lazer dedicava-se a escrever crônicas que eram publicadas no jornal da cidade.
A literatura era sua fiel companheira. Chegou a publicar dois livros em Porto Alegre, por ocasião da feira do livro anual. Os livros resgataram a história da família para que os mais jovens pudessem tomar conhecimentos da contribuição de seus antepassados, nos fatos ligados à história do Rio Grande do Sul. ''Lembranças de menina'' e'' Corpo e alma'' foram os títulos publicados.
Seu único vício era o tabagismo, de tal modo, que emendava um cigarro no outro, fumando- os compulsivamente.
Durante as férias escolares eu costumava visitar minha tia em Santana do Livramento.
Não tinha como não se preocupar com aquela respiração profunda e um pouco ofegante.
Comentei o fato com uma irmã da tia, minha tia também, que acabou por marcar uma consulta médica em Porto Alegre.
Ao realizar os exames ficou constatado que minha tia havia adquirido um câncer de laringe. Minha tia foi operada por uma junta médica de primeira ordem e permaneceu hospitalizada por longo tempo. Recebeu a visita das amigas professoras de Porto Alegre que convidava para passar uma temporada na chácara.
Tia Thereza me apreciava e costumávamos falar sobre assuntos literários porque desde menina eu costumava escrever.
Eu trabalhava e estudava nessa época e tardei a visitá-la no quarto de hospital. Quando, finalmente reservei um horário para estar com ela, ao me ver foi logo dizendo:
- Katia, só faltava você.
Imediatamente, como se fosse mágica, meus olhos lacrimejaram, deixando-me constrangida e sem palavras. E nunca esqueci sua expressão entre aliviada e alegre. Os olhos de minha tia ficaram presos em mim e suas mãos apertaram as minhas Abracei-a ,com carinho e longamente,tentando convencê-la de que a demora jamais significaria ausência e muito menos esquecimento.Pensei nela, sim, e no fato de que a fragilidade é total nessa situação. Se não me programasse para vê-la ira deixá-la triste e decepcionada comigo.
Passei o dia todo no hospital e dormi com minha tia, inclusive para dar folga a minha prima que precisava descansar.
Tia Thereza escrevia na folha de papel eu lhe respondia.
Hoje, já ausente e em outro plano, estou certa de que me perdoou e sinto que me acompanha nessas incursões poéticas.
Percebo que acompanha minhas rimas, sugere sinônimos,esclarece as minhas ideias, completa meus pensamentos e dá um toque mágico aos finais dos textos
Sempre que me preparo para escrever, na frente da mesa do computador, faço uma oração por ela e passo a postar meus textos no blog .
Na fase final procuro um final impactante ou inesperado que possa causar admiração:
- Tia Thereza, é tudo com você.
E logo as palavras começam a brotar como cachoeira, a adquirir mais brilho, a revelar força suficiente para tornar o texto digno da apreciação do leitor mais exigente.
Agradeço a tia cada momento desses, ao término do texto, que sempre me faz pensar que obtive a originalidade que pretendia.
Tia Thereza fazia questão de soletrar o seu nome porque não abria mão e mesmo fazia questão de que colocassem a letra H. Dizia-me que o nome ficava imponente parecendo pertencer à nobreza.
Tia Thereza ocupou uma cadeira na Academia de letras Santanense.
Ela foi uma das responsáveis pela publicação do jornal Arcádia, órgão divulgador do mundo das letras.
E eu, sua sobrinha predileta, como me falava, sigo seus passos como um dos membros atuantes da Casa do Poeta riograndense.
TiaThereza, minha querida tia, que Deus a tenha em Sua morada!
KATIA CHIAPPINI
domingo, 20 de outubro de 2013
O DESPERTAR
As primeiras horas do dia
Rezo o terço com carinho
Ouço o cantar do Bem-te-vi
A nuvem desfaz seu ninho
E chama o sol a surgir
É cedo, há um novo despertar
É a hora mais silenciosa
A cidade a se espreguiçar
Acolhe a natureza formosa
O jardineiro rega a rosa
O idoso sai para a caminhada
Bebo o meu suco de babosa
Converso com as plantas na sacada
Debruço-me junto à janela
É um rito de passagem
Coloco o feijão na panela
E volto a olhar a paisagem
Embalo minha bagagem
A dos sonhos -esplendorosa -
Sinto a paz da estiagem
Estou na cadeira preguiçosa
Novo dia traz nova esperança
O tempo parece colaborar
Lembro dos anos de criança
E da perfeita paz do meu lar
É uma boa hora de meditar
De agradecer aos antepassados
Do mate amargo preparar
E de minha agenda consultar
É hora de saber perdoar
Reformulando o pensamento
Do primeiro alimento saborear
De sentir a carícia do vento
O sino já toca na igreja
Carros começam a circular
O homem sua mulher beija
Se despede e vai trabalhar
O dia pede uma senha
Percebe-se o vai e vem
Que outra alvorada venha
Trazendo a semente do bem
KATIA CHIAPPINI
Rezo o terço com carinho
Ouço o cantar do Bem-te-vi
A nuvem desfaz seu ninho
E chama o sol a surgir
É cedo, há um novo despertar
É a hora mais silenciosa
A cidade a se espreguiçar
Acolhe a natureza formosa
O jardineiro rega a rosa
O idoso sai para a caminhada
Bebo o meu suco de babosa
Converso com as plantas na sacada
Debruço-me junto à janela
É um rito de passagem
Coloco o feijão na panela
E volto a olhar a paisagem
Embalo minha bagagem
A dos sonhos -esplendorosa -
Sinto a paz da estiagem
Estou na cadeira preguiçosa
Novo dia traz nova esperança
O tempo parece colaborar
Lembro dos anos de criança
E da perfeita paz do meu lar
É uma boa hora de meditar
De agradecer aos antepassados
Do mate amargo preparar
E de minha agenda consultar
É hora de saber perdoar
Reformulando o pensamento
Do primeiro alimento saborear
De sentir a carícia do vento
O sino já toca na igreja
Carros começam a circular
O homem sua mulher beija
Se despede e vai trabalhar
O dia pede uma senha
Percebe-se o vai e vem
Que outra alvorada venha
Trazendo a semente do bem
KATIA CHIAPPINI
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
UM DIA DE PAIXÃO COM VOCÊ!
UM DIA DE PAIXÃO
Um dia ele me fez tanta folia
Pela cintura com desenvoltura
Puxou-me e palavras sussurrou-me
Brotou fatal desejo sem pejo
Que provocou a luxúria em fúria
Que fez vibrar o sexo sem nexo
Que transformou paixão em explosão
E tudo se fez fome que consome
E ele matou minha sede na rede
Deixou-se ficar, deixou-me amar
Perdi-me em seu peito e em seu leito
Vivi minha história e sei de memória
Tornei-me mulher e a fêmea que se quer
Mostrei-lhe a trajetória da vitória
O amor profundo de meu mundo
E ele se fez viril entre beijos mil
Foi meu dia de paixão e transmutação
Foi seu dia de vigor e de caçador
Dia da entrega que não se delega
Dia do macho se erguer - eu acho -
Dia da sedução como compulsão
De sentimento sem arrependimento
De gritar feliz , de pedir ''bis''
De deixar saudade na saciedade
Então fui sua trilha de muitas milhas
O melhor cenário, frágil relicário
Seu céu, acalanto e valioso troféu
Soube tecer minha teia qual sereia
Soube escolher o som e dar o tom
Dançar de fato e balançar no ato
Ser sua morada e sua bem amada
Jardim sem espinhos - seu ninho -
Se não me quiser e se não houver
Outro dia assim- você em mim -
Deslizando montanhas e entranhas
Ouvindo sinos e entoando hinos
E eu retirando véus, chegando aos céus
Se eu morrer sem te pertencer
Ainda assim agradeço - você não tem preço -
Fui seu arremesso e nem quero seu endereço
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL: KATIA_FACHINELLO42@HOTMAIL.COM
Um dia ele me fez tanta folia
Pela cintura com desenvoltura
Puxou-me e palavras sussurrou-me
Brotou fatal desejo sem pejo
Que provocou a luxúria em fúria
Que fez vibrar o sexo sem nexo
Que transformou paixão em explosão
E tudo se fez fome que consome
E ele matou minha sede na rede
Deixou-se ficar, deixou-me amar
Perdi-me em seu peito e em seu leito
Vivi minha história e sei de memória
Tornei-me mulher e a fêmea que se quer
Mostrei-lhe a trajetória da vitória
O amor profundo de meu mundo
E ele se fez viril entre beijos mil
Foi meu dia de paixão e transmutação
Foi seu dia de vigor e de caçador
Dia da entrega que não se delega
Dia do macho se erguer - eu acho -
Dia da sedução como compulsão
De sentimento sem arrependimento
De gritar feliz , de pedir ''bis''
De deixar saudade na saciedade
Então fui sua trilha de muitas milhas
O melhor cenário, frágil relicário
Seu céu, acalanto e valioso troféu
Soube tecer minha teia qual sereia
Soube escolher o som e dar o tom
Dançar de fato e balançar no ato
Ser sua morada e sua bem amada
Jardim sem espinhos - seu ninho -
Se não me quiser e se não houver
Outro dia assim- você em mim -
Deslizando montanhas e entranhas
Ouvindo sinos e entoando hinos
E eu retirando véus, chegando aos céus
Se eu morrer sem te pertencer
Ainda assim agradeço - você não tem preço -
Fui seu arremesso e nem quero seu endereço
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL: KATIA_FACHINELLO42@HOTMAIL.COM
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
DESAMOR
DESAMOR
Sequestraram do amor a ternura
O instinto é o apelo imediato
A expectativa não mais perdura
E só o corpo se envolve no ato
O envolvimento é vão e ilusório
O que importa é a contabilidade
O amor vive no purgatório
Perdeu a emoção e a sanidade
Na hora pode parecer mágico
Mas a solidão volta e persiste
O ato finaliza de modo trágico
Porque a afinidade nem existe
Um quarto de motel pra paquera
E mais uma sessão vem à galope
A mulher estende a mão e espera
Pelo dinheiro que está no envelope
O desamor é triste realidade
Os bons sofrem preconceito
O amor perdeu a identidade
E o cafajeste virou o par perfeito
KATIA CHIAPPINI
e-mail: katia_fachinello42@hotmail.com
Sequestraram do amor a ternura
O instinto é o apelo imediato
A expectativa não mais perdura
E só o corpo se envolve no ato
O envolvimento é vão e ilusório
O que importa é a contabilidade
O amor vive no purgatório
Perdeu a emoção e a sanidade
Na hora pode parecer mágico
Mas a solidão volta e persiste
O ato finaliza de modo trágico
Porque a afinidade nem existe
Um quarto de motel pra paquera
E mais uma sessão vem à galope
A mulher estende a mão e espera
Pelo dinheiro que está no envelope
O desamor é triste realidade
Os bons sofrem preconceito
O amor perdeu a identidade
E o cafajeste virou o par perfeito
KATIA CHIAPPINI
e-mail: katia_fachinello42@hotmail.com
terça-feira, 15 de outubro de 2013
DIA DO PROFESSOR!
PROFESSOR!
Professor, apesar das agruras
Compra o teu terno novo
Comparece à formatura
Não desaponta teu povo
Mais uma vez é o teu dia
Poderia ser bem festivo
Desvirtuaram tua magia
O governo te fez cativo
Tua escolha é relevante
O saber amplia o pensamento
Segue tua estrada, avante
Multiplica o ensinamento
Sabes fazer ler e sorrir
E a criança ´precisa de apoio
O adolescente quer se descobrir
Quer separar o trigo do joio
Quem quer atingir suas premissas
Sabe que ainda é pássaro silvestre
Quer lutar por verdade e justiça
Tendo como âncora um mestre
FELIZ DIA DO PROFESSOR!
Professor, apesar das agruras
Compra o teu terno novo
Comparece à formatura
Não desaponta teu povo
Mais uma vez é o teu dia
Poderia ser bem festivo
Desvirtuaram tua magia
O governo te fez cativo
Tua escolha é relevante
O saber amplia o pensamento
Segue tua estrada, avante
Multiplica o ensinamento
Sabes fazer ler e sorrir
E a criança ´precisa de apoio
O adolescente quer se descobrir
Quer separar o trigo do joio
Quem quer atingir suas premissas
Sabe que ainda é pássaro silvestre
Quer lutar por verdade e justiça
Tendo como âncora um mestre
FELIZ DIA DO PROFESSOR!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
CRIANÇA!
DIA DA CRIANÇA!
Meus netos: Bruninho e Helena.
Brota esperança
No ser criança
Melhor andança
A alma é mansa
É semente
É envolvente
Surpreendente
Amor da gente
Eu a quero
Sou sincero
E me esmero
Eu a venero
É bondade
Simplicidade
Preciosidade
Felicidade
É filha
O olhar brilha
Fervilha
É a melhor trilha
Quer carinho
Pais pertinho
Mostrando o caminho
Suprindo o ninho
É inocência
Efervescência
Requer paciência
Tem carências
Precisa de formação
De informação
De proteção
É nossa missão
Quer a soneca
A sua boneca
A sua peteca
É sapeca!
Requer dedicação
Muita afeição
Compreensão
Amor como solução
KATIA CHIAPPINI
DIA DA CRIANÇA/ 12/10/2013
Meus netos: Bruninho e Helena.
Brota esperança
No ser criança
Melhor andança
A alma é mansa
É semente
É envolvente
Surpreendente
Amor da gente
Eu a quero
Sou sincero
E me esmero
Eu a venero
É bondade
Simplicidade
Preciosidade
Felicidade
É filha
O olhar brilha
Fervilha
É a melhor trilha
Quer carinho
Pais pertinho
Mostrando o caminho
Suprindo o ninho
É inocência
Efervescência
Requer paciência
Tem carências
Precisa de formação
De informação
De proteção
É nossa missão
Quer a soneca
A sua boneca
A sua peteca
É sapeca!
Requer dedicação
Muita afeição
Compreensão
Amor como solução
KATIA CHIAPPINI
DIA DA CRIANÇA/ 12/10/2013
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