CONTRASTES E IRONIAS.
Ora entristece,ora alegra
Ora fere, ora ama
Ora afasta, ora agrega
Ora acolhe, ora reclama
Ora é fato, ora desejo
Ora passo, ora descompasso
Ora andar de caranguejo
Ora é pressa em meu abraço
Ora me faz pensar que sei
Ora sinto que não sei nada
Ora um ciclo já completei
Ora me desviei da jornada
Ora penso em ser feliz
Respirando um novo ar
Ora infeliz por um triz
Mas me ajude a levantar...
KATIA CHIAPPINI
-E-MAIL:katia_fachinello42@hotmail.com
Pensamentos,poesias e crônicas de minha autoria,para os apreciadores de gotas poeticas. Essas constituem um bálsamo para a paz espiritual,cujas ondas se inserem na harmonia do cosmos.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
domingo, 4 de janeiro de 2015
VAMOS FALAR DE PAZ.
VAMOS FALAR DE PAZ?
Rimar candura e alma pura
Amizade com verdade
Ternura com formosura
Caridade com saudade
Rimar flor com beija-flor
Buscar justiça e não cobiça
Rimar amor com fervor
É escolher bem a premissa
Transformar dor em esplendor
Olhar o sol no arrebol
Preferir amor ao temor
É buscar um norte, um farol
Acertar o erro com desvelo
Perdoar o amigo sem castigo
Confortar e ouvir seu apelo
É louvável como dar abrigo
Não é o ano que é novo
Mas a chance de crescer
Respeitar todo o povo
É mais uma vez renascer
KATIA CHIAPPINI
Rimar candura e alma pura
Amizade com verdade
Ternura com formosura
Caridade com saudade
Rimar flor com beija-flor
Buscar justiça e não cobiça
Rimar amor com fervor
É escolher bem a premissa
Transformar dor em esplendor
Olhar o sol no arrebol
Preferir amor ao temor
É buscar um norte, um farol
Acertar o erro com desvelo
Perdoar o amigo sem castigo
Confortar e ouvir seu apelo
É louvável como dar abrigo
Não é o ano que é novo
Mas a chance de crescer
Respeitar todo o povo
É mais uma vez renascer
KATIA CHIAPPINI
sábado, 3 de janeiro de 2015
NÃO SEI...
NÃO SEI...
Não sei se rola ou enrola
Se faço uma carambola
Se compro uma camisola
Se alguém me consola
Se é mágico de cartola
Ou se só me isola e amola
Não sei se me desenrola
Ou se em mim vem e cola
Ou se se doa ou se imola
Se colhe o amor que descola
Ou a paixão- ora bolas-
KATIA CHIAPPINI
Não sei se rola ou enrola
Se faço uma carambola
Se compro uma camisola
Se alguém me consola
Se é mágico de cartola
Ou se só me isola e amola
Não sei se me desenrola
Ou se em mim vem e cola
Ou se se doa ou se imola
Se colhe o amor que descola
Ou a paixão- ora bolas-
KATIA CHIAPPINI
O MAIS ANTIGO DOS SENTIMENTOS!
O AMOR É...
Ora evento
Ora tormento
Ora alento
Ora desalento
Ora vem lento
Ora sedento
Ora envolvimento
Ora sentimento
Ora lenimento
Ora atrevimento
Mas é um momento
De contentamento
Ao sabor do vento
Ora acasalamento
Ora casamento
Ora sacramento
Sempre sofrimento
KATIA CHIAPPINI
Ora evento
Ora tormento
Ora alento
Ora desalento
Ora vem lento
Ora sedento
Ora envolvimento
Ora sentimento
Ora lenimento
Ora atrevimento
Mas é um momento
De contentamento
Ao sabor do vento
Ora acasalamento
Ora casamento
Ora sacramento
Sempre sofrimento
KATIA CHIAPPINI
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
PROBLEMAS VELHOS NO ANO NOVO
PROBLEMAS VELHOS NO ANO NOVO
Ano dito Ano Novo
Mas com fatos antigos
Pobre do nosso povo
Sem fé e sem abrigo
Estamos fora do prumo
Exibindo só fachada
Estamos ainda sem rumo
Nessa difícil jornada
É pena- pena mesmo-
É fato corriqueiro
Estamos soltos à esmo
Sem deitar no travesseiro
Infantes são feridos
Mulheres não têm voz
Idosos são preteridos
De modo vil e atroz
A violência às claras
É uma afronta ao cidadão
Só o crime se declara
Mata os pais e os irmãos
O bom fica recluso
O mau exige direitos
A lei está em desuso
Não resgata o respeito
O apadrinhamento segue
Obtendo mil regalias
E isso não há quem negue
Estamos sós e sem vigia
O honesto virou careta
O justo não é ouvido
O mundo está perneta
Quase nada faz sentido
Se for essa a nossa sina
Sem valor nem sanidade
Vingará a carnificina
Pra ceifar a humanidade
Uma nova torre de Babel
Está em larga ascensão
Quem mandou tratar com mel
Os meliantes dessa Nação?
KATIA CHIAPPINI
OBS:
Apesar de tudo e contudo, Feliz Ano Novo!
Ano dito Ano Novo
Mas com fatos antigos
Pobre do nosso povo
Sem fé e sem abrigo
Estamos fora do prumo
Exibindo só fachada
Estamos ainda sem rumo
Nessa difícil jornada
É pena- pena mesmo-
É fato corriqueiro
Estamos soltos à esmo
Sem deitar no travesseiro
Infantes são feridos
Mulheres não têm voz
Idosos são preteridos
De modo vil e atroz
A violência às claras
É uma afronta ao cidadão
Só o crime se declara
Mata os pais e os irmãos
O bom fica recluso
O mau exige direitos
A lei está em desuso
Não resgata o respeito
O apadrinhamento segue
Obtendo mil regalias
E isso não há quem negue
Estamos sós e sem vigia
O honesto virou careta
O justo não é ouvido
O mundo está perneta
Quase nada faz sentido
Se for essa a nossa sina
Sem valor nem sanidade
Vingará a carnificina
Pra ceifar a humanidade
Uma nova torre de Babel
Está em larga ascensão
Quem mandou tratar com mel
Os meliantes dessa Nação?
KATIA CHIAPPINI
OBS:
Apesar de tudo e contudo, Feliz Ano Novo!
ALGO NOVO NO ANO NOVO?
ALGO NOVO EM 2015?
A cada ano esperamos milagres que não acontecem.
Mas o ano é novo porque após transcorridos 365 dias, vira-se a folhinha do calendário e estaremos,novamente, no dia primeiro de janeiro. É, incontestavelmente, um fato cronológico.
Para realmente ser novo esse ano de 2015, precisamos lançar um novo olhar para o mundo que nos cerca.
O que podemos fazer para melhorar ? Esse é apenas o começo de um modo de pensar. Mas o que os governantes podem fazer para iniciar um novo alvorecer? E estarão sujeitos às mudanças se precisarem se adaptar a novas exigências que, de certa forma, possam lhes tirar vantagens financeiras?
E essa transparência apregoada? Será feita de modo justo ou continuará valendo para uns e para outros não?
E essa quantidade de gente que é presa e logo depois é solta?
Bem, na realidade essas questões não dependem só de quatro anos de um governo. E são bem mais profundas porque o processo começou muito antes e essas preocupações já foram de outros tantos governantes.
Não cabe aos governos essa mudança radical e sim à educação do povo. Inverteram-se os valores e os princípios de verdade, honestidade, justiça e competência. Todos eles se diluíram em alguma curva da estrada da vida. Tirar vantagem é a lei maior e o apadrinhamento se tornou o modo de galgar altos postos. E a política mal conduzida retira um cidadão de um posto que conquistou com seu esforço para dar lugar a algum companheiro de plantão, do mesmo partido político .E o preço a pagar só depois se torna visível. Porque sempre haverá uma contrapartida e no tempo certo será conhecida.
E sabemos que não é fácil lidar com a dissolução da família, com o abandono dos filhos, com a permissividade vigente, com a falta de decoro e com o egoísmo que impede o cidadão de ver''um palmo adiante do seu nariz.''
O que parece é que nos tornamos bonecos teleguiados por controle remoto, caminhando para o matadouro, com medo de exercitar nossos direitos. E porque não queremos perder o emprego que, de um modo ou outro, nos dá o sustento.
Um funcionário público tem receio de entrar em litígio com o órgão público que detém sua folha de pagamento. Quem poderá saber se o seu salário não sofrerá algum contratempo? E os dias parados de uma categoria não serão descontados?
Diante desse quadro, só me vem um pensamento: temos que voltar a valorizar a pessoa pelo seu esforço e voltar a exercer a justiça e não tolher a liberdade individual.
Como vamos exigir alguma coisa de qualquer governo se em nossa própria casa tentamos prejudicar as pessoas que convivem sobre o mesmo teto? E aquele irmão que não fala com o outro por anos a fio e não percebe que seus pais sofrem com isso?
E essa ambição desmedida que impulsiona para a inveja, a maldade e a inobservância do sentimento solidário e coletivo ?
Diante de tantas indagações, mesmo assim, quero desejar que uma luz surja no final desse enorme labirinto e possa iluminar um só coração. Pois um homem de boa vontade pode se juntar a outro e iniciar uma corrente do bem, sem cobrar o dízimo, de preferência.
Os sentimentos humanitários devem prevalecer para que se obtenha a harmonia.
Se você está se queixando de falta de amor, doe-se primeiro e tudo lhe virá em acréscimo. Só não pense que, de uma hora para outra, você irá se tornar um doador de amor. Não pense que está ao seu alcance, imediatamente. É preciso trabalhar o seu interior e descobrir aquela força trancada e esquecida que você e todos nós temos para distribuir.
Quem sabe sua fé volte a lhe fazer companhia. Recolha aqueles amigos que você não tratou como mereciam e se desculpe com eles.Deixe no ano velho essas desavenças que poluem seu espírito e formam espessas nuvens em sua alma.
Reinvente-se como pessoa, como cidadão, como possuidor de uma civilidade profissional e política que interage em sociedade.
Não seja aquele homem que julga mas que não admite ser julgado. Não seja o dominador, o que tudo sabe. Nem queira ser o melhor, aquele que de melhor só tem o orgulho exacerbado.
Procure a centelha divina em você e seja um novo ser. Só assim terá um feliz ano novo, verdadeiramente.
Não seja aquela pessoa que passa o ano esperando o novo calendário dos pneus da marca Pirelli.
Seja mais...
Feliz Ano Novo!
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL:katia_fachinello42@hotmail.com
A cada ano esperamos milagres que não acontecem.
Mas o ano é novo porque após transcorridos 365 dias, vira-se a folhinha do calendário e estaremos,novamente, no dia primeiro de janeiro. É, incontestavelmente, um fato cronológico.
Para realmente ser novo esse ano de 2015, precisamos lançar um novo olhar para o mundo que nos cerca.
O que podemos fazer para melhorar ? Esse é apenas o começo de um modo de pensar. Mas o que os governantes podem fazer para iniciar um novo alvorecer? E estarão sujeitos às mudanças se precisarem se adaptar a novas exigências que, de certa forma, possam lhes tirar vantagens financeiras?
E essa transparência apregoada? Será feita de modo justo ou continuará valendo para uns e para outros não?
E essa quantidade de gente que é presa e logo depois é solta?
Bem, na realidade essas questões não dependem só de quatro anos de um governo. E são bem mais profundas porque o processo começou muito antes e essas preocupações já foram de outros tantos governantes.
Não cabe aos governos essa mudança radical e sim à educação do povo. Inverteram-se os valores e os princípios de verdade, honestidade, justiça e competência. Todos eles se diluíram em alguma curva da estrada da vida. Tirar vantagem é a lei maior e o apadrinhamento se tornou o modo de galgar altos postos. E a política mal conduzida retira um cidadão de um posto que conquistou com seu esforço para dar lugar a algum companheiro de plantão, do mesmo partido político .E o preço a pagar só depois se torna visível. Porque sempre haverá uma contrapartida e no tempo certo será conhecida.
E sabemos que não é fácil lidar com a dissolução da família, com o abandono dos filhos, com a permissividade vigente, com a falta de decoro e com o egoísmo que impede o cidadão de ver''um palmo adiante do seu nariz.''
O que parece é que nos tornamos bonecos teleguiados por controle remoto, caminhando para o matadouro, com medo de exercitar nossos direitos. E porque não queremos perder o emprego que, de um modo ou outro, nos dá o sustento.
Um funcionário público tem receio de entrar em litígio com o órgão público que detém sua folha de pagamento. Quem poderá saber se o seu salário não sofrerá algum contratempo? E os dias parados de uma categoria não serão descontados?
Diante desse quadro, só me vem um pensamento: temos que voltar a valorizar a pessoa pelo seu esforço e voltar a exercer a justiça e não tolher a liberdade individual.
Como vamos exigir alguma coisa de qualquer governo se em nossa própria casa tentamos prejudicar as pessoas que convivem sobre o mesmo teto? E aquele irmão que não fala com o outro por anos a fio e não percebe que seus pais sofrem com isso?
E essa ambição desmedida que impulsiona para a inveja, a maldade e a inobservância do sentimento solidário e coletivo ?
Diante de tantas indagações, mesmo assim, quero desejar que uma luz surja no final desse enorme labirinto e possa iluminar um só coração. Pois um homem de boa vontade pode se juntar a outro e iniciar uma corrente do bem, sem cobrar o dízimo, de preferência.
Os sentimentos humanitários devem prevalecer para que se obtenha a harmonia.
Se você está se queixando de falta de amor, doe-se primeiro e tudo lhe virá em acréscimo. Só não pense que, de uma hora para outra, você irá se tornar um doador de amor. Não pense que está ao seu alcance, imediatamente. É preciso trabalhar o seu interior e descobrir aquela força trancada e esquecida que você e todos nós temos para distribuir.
Quem sabe sua fé volte a lhe fazer companhia. Recolha aqueles amigos que você não tratou como mereciam e se desculpe com eles.Deixe no ano velho essas desavenças que poluem seu espírito e formam espessas nuvens em sua alma.
Reinvente-se como pessoa, como cidadão, como possuidor de uma civilidade profissional e política que interage em sociedade.
Não seja aquele homem que julga mas que não admite ser julgado. Não seja o dominador, o que tudo sabe. Nem queira ser o melhor, aquele que de melhor só tem o orgulho exacerbado.
Procure a centelha divina em você e seja um novo ser. Só assim terá um feliz ano novo, verdadeiramente.
Não seja aquela pessoa que passa o ano esperando o novo calendário dos pneus da marca Pirelli.
Seja mais...
Feliz Ano Novo!
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL:katia_fachinello42@hotmail.com
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
A MISSA DE ANO NOVO
A MISSA DE ANO NOVO
Eram 20 horas quando me lembrei que seria rezada uma missa de ação de graças, pela passagem do ano, na igreja Santa Luzia, em Torres. Minha filha e eu nos dirigimos para o local. Com surpresa, percebemos que a igreja estava lotada.
O padre sabia entusiasmar os fiéis e sua voz se ouvia em todo o ambiente.Todos participavam na hora de entoar os hinos litúrgicos.
O padre solicitava que déssemos as mãos e nos abraçássemos durante as orações.
Ao meu lado direito estava minha filha e do meu lado esquerdo havia uma criança de, no máximo, uns 5 aninhos de idade. Era uma menina de rosto suave, cabelos negros e compridos e vestido branco, de renda. Em dado momento o padre pediu que nós repetíssemos com ele a oração de São Francisco. E o som ecoou no ambiente e a energia chegou ao seu ponto culminante, com todas as pessoas rezando com entusiasmo na voz. O mesmo entusiasmo que o padre transmitia.
Terminada essa oração, o padre pediu que desejássemos um feliz ano novo às pessoas que estivessem próximas. Eu abracei minha filha e desejei que fôssemos unidos em família e que o novo ano fosse, realmente, repleto de bons momentos.
Qual não foi minha surpresa quando, de repente, senti a mão daquela criança, que estava do meu lado esquerdo, sobre minha cabeça. E muito emocionada fiquei ao ouvir daquela voz infantil, essas palavras:
- Feliz ano novo e muita paz para a senhora.
Ao me virar para a criança precisei conter as lágrimas e, até para disfarçar, dei-lhe um beijo e agradeci.
Aquela voz tão carinhosa e o calor da mão em minha cabeça, me fizeram muito bem. Fiquei com a imagem, durante todo o dia seguinte, dessa pequena mão deslizando em direção ao meu rosto e daqueles olhos me fitando.
E, simbolicamente, quero afagar a cabeça de toda a humanidade e desejar também um feliz ano novo e muita paz no coração.
KATIA CHIAPPINI
e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
Eram 20 horas quando me lembrei que seria rezada uma missa de ação de graças, pela passagem do ano, na igreja Santa Luzia, em Torres. Minha filha e eu nos dirigimos para o local. Com surpresa, percebemos que a igreja estava lotada.
O padre sabia entusiasmar os fiéis e sua voz se ouvia em todo o ambiente.Todos participavam na hora de entoar os hinos litúrgicos.
O padre solicitava que déssemos as mãos e nos abraçássemos durante as orações.
Ao meu lado direito estava minha filha e do meu lado esquerdo havia uma criança de, no máximo, uns 5 aninhos de idade. Era uma menina de rosto suave, cabelos negros e compridos e vestido branco, de renda. Em dado momento o padre pediu que nós repetíssemos com ele a oração de São Francisco. E o som ecoou no ambiente e a energia chegou ao seu ponto culminante, com todas as pessoas rezando com entusiasmo na voz. O mesmo entusiasmo que o padre transmitia.
Terminada essa oração, o padre pediu que desejássemos um feliz ano novo às pessoas que estivessem próximas. Eu abracei minha filha e desejei que fôssemos unidos em família e que o novo ano fosse, realmente, repleto de bons momentos.
Qual não foi minha surpresa quando, de repente, senti a mão daquela criança, que estava do meu lado esquerdo, sobre minha cabeça. E muito emocionada fiquei ao ouvir daquela voz infantil, essas palavras:
- Feliz ano novo e muita paz para a senhora.
Ao me virar para a criança precisei conter as lágrimas e, até para disfarçar, dei-lhe um beijo e agradeci.
Aquela voz tão carinhosa e o calor da mão em minha cabeça, me fizeram muito bem. Fiquei com a imagem, durante todo o dia seguinte, dessa pequena mão deslizando em direção ao meu rosto e daqueles olhos me fitando.
E, simbolicamente, quero afagar a cabeça de toda a humanidade e desejar também um feliz ano novo e muita paz no coração.
KATIA CHIAPPINI
e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
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