REFLEXÃO PARA O SEU DIA
Quando dançar com a vida, faça-o na ponta dos pés para alçar voo em direção aos ideais sonhados e acalentados por você.
Porque para viver o melhor da vida não se pode desistir de sonhar!
KATIA CHIAPPINI
Pensamentos,poesias e crônicas de minha autoria,para os apreciadores de gotas poeticas. Essas constituem um bálsamo para a paz espiritual,cujas ondas se inserem na harmonia do cosmos.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
RITO
RITO
Rito é alguma ação que torna o dia diferente dos demais.
Há ritos litúrgicos, ritos processuais, ritos da maçonaria e das mais diversas crenças.
Podemos chamar de rito ao conjunto de cerimônias onde as pessoas se expressam por meio de gestos, símbolos, linguagem ou comportamento.
Se formos ao jantar da Empresa onde trabalhamos, precisamos usar os talheres adequadamente, os copos, a toalha de pano.
A tradição chinesa possui muitos ritos.
Em sentido amplo, podemos notar que os caçadores têm seu rito, os pescadores, os alpinistas.
E fico me perguntando onde estão os ritos do amor.
Acho que enveredaram por um beco sem saída.
Os ritos do amor não se fazem notar entre os casais modernos.
Estou lembrando das flores, dos perfumes, dos bombons, dos jantares à luz de velas, da escolha do melhor vinho, das constantes declarações de amor, do cartão manuscrito em letras góticas.
Falo da folha seca guardada no meio do diário, do primeiro CD, das mensagens de amor que uma amiga foi entregar aos namorados.
Falo da roda de chimarrão, do lanche caprichado para levar no dia do piquenique, do acampamento e das histórias contadas ao redor da fogueira.
Falo da luz da lua, do brilho das estrelas, da canção de amor cantada ao pé do ouvido, do afago feito no cabelos e no rosto do amado.
Falo da escolha da roupa, do banho demorado, da colônia passada no corpo, da flor na lapela, das camisas de cambraia, da blusa bordada, dos cabelos bem penteados.
Falo do café passado na hora para oferecer ao amado, do livro ofertado sem que fosse pedido, do chinelo na porta para dar conforto aos pés, do jornal na cadeira da sala pronto para ser lido.
São pequenos ritos que o amor pede. Pequenas atenções que perpetuam os laços afetivos e que se transformam em elos sólidos.
Essas atenções vão promover a intimidade, a vontade de ficar junto, a coragem de confidenciar os problemas e a vontade de resolvê-los dialogando.
Falo dos casais que já se esqueceram de dizer ''eu te amo''. E de repetir essa frase como se fosse uma prece.
Desde que os ritos do amor foram abandonados e se misturaram ao tempo, não encontram mais tempo para serem recuperados.
As pessoas são substituídas com pressa, não há comprometimento, nem a vontade de se doar afetivamente. Como se preocupar com o outro se a única preocupação é com o próprio ego?
Até que um dia, na idade da carência, os homens se perceberão solitários e, então, será tarde para buscar um amor verdadeiro e uma lealdade sem mácula.
E os filhos postos no mundo, sem um lar bem constituído, crescerão e farão de seus dias um arremedo de vida. E terão as mesmas frustrações que seus pais experimentaram.
Quem não experimentou os ritos do amor, vai acabar por procurar no relacionamento, uma bengala para se apoiar ou um escudo que lhe dê uma pseudo proteção. Porque parece que temos menos medo da morte do que da solidão.
Eu passei pelo flerte, namoro, noivado e casamento. E percebi que os casais de minha época ( 1960 ) continuam casados. Mas nossos filhos já se separaram e os filhos deles também.
A visão da família como célula - mater da sociedade, se desfez.
Os tempos são outros. O que não quer dizer que sejam mais felizes.
Os ritos do amor, daquele amor que quer se manter, levam ao autoconhecimento. E esse é um precioso tesouro. Mas é preciso maturidade para descobrir que há um melhor caminho a trilhar. Mas, além dessa descoberta, persiste o fato de que é preciso abdicar do caminho desastroso que estivemos trilhando. É preciso ter coragem para admitir que estávamos no pior dos descaminhos e apenas preocupados com a ambição e o poder.
Os ritos do amor indicam o caminho singelo. Aquele que ensina a valorizar as pessoas e não as coisas materiais.
E que mostra que a felicidade tão almejada se alimenta dos momentos desprovidos de luxo e riqueza. Ela está na simplicidade dos gestos e ritos afetivos.
Mas quem ainda tem coragem de se doar em nome do amor?
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL:katia_fachinello422hotmail.com
Rito é alguma ação que torna o dia diferente dos demais.
Há ritos litúrgicos, ritos processuais, ritos da maçonaria e das mais diversas crenças.
Podemos chamar de rito ao conjunto de cerimônias onde as pessoas se expressam por meio de gestos, símbolos, linguagem ou comportamento.
Se formos ao jantar da Empresa onde trabalhamos, precisamos usar os talheres adequadamente, os copos, a toalha de pano.
A tradição chinesa possui muitos ritos.
Em sentido amplo, podemos notar que os caçadores têm seu rito, os pescadores, os alpinistas.
E fico me perguntando onde estão os ritos do amor.
Acho que enveredaram por um beco sem saída.
Os ritos do amor não se fazem notar entre os casais modernos.
Estou lembrando das flores, dos perfumes, dos bombons, dos jantares à luz de velas, da escolha do melhor vinho, das constantes declarações de amor, do cartão manuscrito em letras góticas.
Falo da folha seca guardada no meio do diário, do primeiro CD, das mensagens de amor que uma amiga foi entregar aos namorados.
Falo da roda de chimarrão, do lanche caprichado para levar no dia do piquenique, do acampamento e das histórias contadas ao redor da fogueira.
Falo da luz da lua, do brilho das estrelas, da canção de amor cantada ao pé do ouvido, do afago feito no cabelos e no rosto do amado.
Falo da escolha da roupa, do banho demorado, da colônia passada no corpo, da flor na lapela, das camisas de cambraia, da blusa bordada, dos cabelos bem penteados.
Falo do café passado na hora para oferecer ao amado, do livro ofertado sem que fosse pedido, do chinelo na porta para dar conforto aos pés, do jornal na cadeira da sala pronto para ser lido.
São pequenos ritos que o amor pede. Pequenas atenções que perpetuam os laços afetivos e que se transformam em elos sólidos.
Essas atenções vão promover a intimidade, a vontade de ficar junto, a coragem de confidenciar os problemas e a vontade de resolvê-los dialogando.
Falo dos casais que já se esqueceram de dizer ''eu te amo''. E de repetir essa frase como se fosse uma prece.
Desde que os ritos do amor foram abandonados e se misturaram ao tempo, não encontram mais tempo para serem recuperados.
As pessoas são substituídas com pressa, não há comprometimento, nem a vontade de se doar afetivamente. Como se preocupar com o outro se a única preocupação é com o próprio ego?
Até que um dia, na idade da carência, os homens se perceberão solitários e, então, será tarde para buscar um amor verdadeiro e uma lealdade sem mácula.
E os filhos postos no mundo, sem um lar bem constituído, crescerão e farão de seus dias um arremedo de vida. E terão as mesmas frustrações que seus pais experimentaram.
Quem não experimentou os ritos do amor, vai acabar por procurar no relacionamento, uma bengala para se apoiar ou um escudo que lhe dê uma pseudo proteção. Porque parece que temos menos medo da morte do que da solidão.
Eu passei pelo flerte, namoro, noivado e casamento. E percebi que os casais de minha época ( 1960 ) continuam casados. Mas nossos filhos já se separaram e os filhos deles também.
A visão da família como célula - mater da sociedade, se desfez.
Os tempos são outros. O que não quer dizer que sejam mais felizes.
Os ritos do amor, daquele amor que quer se manter, levam ao autoconhecimento. E esse é um precioso tesouro. Mas é preciso maturidade para descobrir que há um melhor caminho a trilhar. Mas, além dessa descoberta, persiste o fato de que é preciso abdicar do caminho desastroso que estivemos trilhando. É preciso ter coragem para admitir que estávamos no pior dos descaminhos e apenas preocupados com a ambição e o poder.
Os ritos do amor indicam o caminho singelo. Aquele que ensina a valorizar as pessoas e não as coisas materiais.
E que mostra que a felicidade tão almejada se alimenta dos momentos desprovidos de luxo e riqueza. Ela está na simplicidade dos gestos e ritos afetivos.
Mas quem ainda tem coragem de se doar em nome do amor?
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL:katia_fachinello422hotmail.com
segunda-feira, 9 de maio de 2016
SEDUÇÃO EM MAIO: MÊS DAS NOIVAS
SEDUÇÃO
Uma curva para acariciar
Um segredo a se delinear
Um especial jeito de amar
Um silêncio a interiorizar
Uma voz suave a sussurrar
Uma roupa em desalinho
Um arrepio a se delinear
Aos apelos do carinho
Uma ansiedade, e intensa
Uma paixão de rebelião
Uma espera que compensa
Todos os toques de mão
Longa é a espera do ser
Curta é essa dita paixão
Ora é lenitivo, ora prazer
Que nasce e se faz sedução
Quem aceita essa viagem
Vive o irreal e inconcebível
Mergulha na espionagem
Faz o impossível, possível
Não há lucidez nem calma
Quanto aos apelos da pele
São do corpo e são da alma:
- Dois polos que não se repelem
Paixão é vício que alucina
Traz o delírio aos semblantes
É um diapasão que desafina
A fome e a sede dos amantes
KATIA CHIAPPINI
Uma curva para acariciar
Um segredo a se delinear
Um especial jeito de amar
Um silêncio a interiorizar
Uma voz suave a sussurrar
Uma roupa em desalinho
Um arrepio a se delinear
Aos apelos do carinho
Uma ansiedade, e intensa
Uma paixão de rebelião
Uma espera que compensa
Todos os toques de mão
Longa é a espera do ser
Curta é essa dita paixão
Ora é lenitivo, ora prazer
Que nasce e se faz sedução
Quem aceita essa viagem
Vive o irreal e inconcebível
Mergulha na espionagem
Faz o impossível, possível
Não há lucidez nem calma
Quanto aos apelos da pele
São do corpo e são da alma:
- Dois polos que não se repelem
Paixão é vício que alucina
Traz o delírio aos semblantes
É um diapasão que desafina
A fome e a sede dos amantes
KATIA CHIAPPINI
domingo, 8 de maio de 2016
ILUSÕES REVELADAS!
ILUSÕES REVELADAS
Existiu
Reviveu
Aderiu
E se deu
Me sentiu
Me escolheu
Me viu
Me envolveu
Me permitiu
Me venceu
Interagiu
Aconteceu
Me provocou
Me acolheu
Me embalou
Se rendeu
Se lançou
Me prendeu
Se esgotou
Se rendeu
Prometeu
Não cumpriu
Me aqueceu
Dormiu
E percebi
Por que não?
Me convenci
Pura ilusão
Acordou
Sorriu
Me beijou
E partiu
Não voltou
Não se viu
Não vingou
Se esvaiu
KATIA CHIAPPINI
-e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
Existiu
Reviveu
Aderiu
E se deu
Me sentiu
Me escolheu
Me viu
Me envolveu
Me permitiu
Me venceu
Interagiu
Aconteceu
Me provocou
Me acolheu
Me embalou
Se rendeu
Se lançou
Me prendeu
Se esgotou
Se rendeu
Prometeu
Não cumpriu
Me aqueceu
Dormiu
E percebi
Por que não?
Me convenci
Pura ilusão
Acordou
Sorriu
Me beijou
E partiu
Não voltou
Não se viu
Não vingou
Se esvaiu
KATIA CHIAPPINI
-e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
sexta-feira, 6 de maio de 2016
MINHA MÃE
MINHA MÃE
Minha mãe foi uma mulher de valor. E uma mulher com prendas domésticas que tinha prazer em cuidar da casa e da família.
Seu entendimento sobre os fatos da vida era consistente, real. E seu modo de proceder era correto e justo. Podíamos confiar em suas previsões sobre as pessoas e fatos. Seu olhar era apurado e sua mente quase visionária.
Tinha seu lado artístico. Conseguia pintar retratos, trabalhar em cerâmica e porcelana, em escultura, em argila e em pintura em tecidos, tais como seda e cetim. Suas mãos eram de fada e seu trabalho reconhecido por outros mestres das Belas Artes.
Mas se não fosse uma mulher com tantas qualidades, mesmo assim, nesse dia comemorativo que se aproxima, eu seria feliz porque foi minha querida mãe.
Desejo que todos os leitores abracem e beijem suas mães e se lembrem de voltar, reconhecer e agradecer por todo o carinho que receberam delas.
As mães são o equilíbrio do lar, o tempero, o conforto, o apoio maior nas horas difíceis.
Mães não morrem porque tecem laços profundos nos corações de seus filhos. Elas passam para outro plano mas deixam seu exemplo de vida, sua força de luta, sua têmpera e dedicação.
Minha mãe desenhava, fazia um molde, cortava e costurava suas próprias roupas. Desde bem pequena ela costumava sentar ao lado de minha vó, quando essa estava trabalhando com sua máquina Singer, de boas lembranças. Mamãe ficava fascinada com as criações de minha avó que fazia as roupas para seus sete filhos.
Então, começou cedo a confeccionar suas próprias roupas e tinha um gosto apurado e uma figura elegante, o que lhe valeu muitos elogios.
Essa foto é de mamãe em traje de dormir que ela mesma fez. Mamãe gostava de fazer camisolas em cetim e seda, como se fosse uma dama dos filmes românticos, onde as mulheres se vestiam com trajes longos e deslumbrantes.
Mamãe chegou a expor em galeria de arte, uma coleção que apresentava tecidos nobres pintados à mão.
Ela mesma fez os contatos com a imprensa e foi entrevistada, em vários programas locais. E vendeu todas as peças que pintou.
Mas, antes de tudo, amo minha mãe pelos dias que ficou perto de minha cama, quando eu tive febre. Amo mamãe pelas histórias de vida que me contou, pelas confidências que me fez, pela capacidade de lutar, para que nossa família tivesse um padrão de vida que permitisse investir na educação: única herança que permanece.
Que todos os corações se enterneçam em mais uma data comemorativa do dia das mães, nesse segundo domingo de maio.
Que a paz dos lares se intensifique no amor verdadeiro.
Que as mamãe mais velhas sejam, igualmente, lembradas com carinho.
Que Deus derrame sua bênção na direção de todas as mães do mundo.
E que tenha piedade daquelas que ainda não encontraram seu caminho.
KATIA CHIAPPINI
Minha mãe foi uma mulher de valor. E uma mulher com prendas domésticas que tinha prazer em cuidar da casa e da família.
Seu entendimento sobre os fatos da vida era consistente, real. E seu modo de proceder era correto e justo. Podíamos confiar em suas previsões sobre as pessoas e fatos. Seu olhar era apurado e sua mente quase visionária.
Tinha seu lado artístico. Conseguia pintar retratos, trabalhar em cerâmica e porcelana, em escultura, em argila e em pintura em tecidos, tais como seda e cetim. Suas mãos eram de fada e seu trabalho reconhecido por outros mestres das Belas Artes.
Mas se não fosse uma mulher com tantas qualidades, mesmo assim, nesse dia comemorativo que se aproxima, eu seria feliz porque foi minha querida mãe.
Desejo que todos os leitores abracem e beijem suas mães e se lembrem de voltar, reconhecer e agradecer por todo o carinho que receberam delas.
As mães são o equilíbrio do lar, o tempero, o conforto, o apoio maior nas horas difíceis.
Mães não morrem porque tecem laços profundos nos corações de seus filhos. Elas passam para outro plano mas deixam seu exemplo de vida, sua força de luta, sua têmpera e dedicação.
Minha mãe desenhava, fazia um molde, cortava e costurava suas próprias roupas. Desde bem pequena ela costumava sentar ao lado de minha vó, quando essa estava trabalhando com sua máquina Singer, de boas lembranças. Mamãe ficava fascinada com as criações de minha avó que fazia as roupas para seus sete filhos.
Então, começou cedo a confeccionar suas próprias roupas e tinha um gosto apurado e uma figura elegante, o que lhe valeu muitos elogios.
Essa foto é de mamãe em traje de dormir que ela mesma fez. Mamãe gostava de fazer camisolas em cetim e seda, como se fosse uma dama dos filmes românticos, onde as mulheres se vestiam com trajes longos e deslumbrantes.
Mamãe chegou a expor em galeria de arte, uma coleção que apresentava tecidos nobres pintados à mão.
Ela mesma fez os contatos com a imprensa e foi entrevistada, em vários programas locais. E vendeu todas as peças que pintou.
Mas, antes de tudo, amo minha mãe pelos dias que ficou perto de minha cama, quando eu tive febre. Amo mamãe pelas histórias de vida que me contou, pelas confidências que me fez, pela capacidade de lutar, para que nossa família tivesse um padrão de vida que permitisse investir na educação: única herança que permanece.
Que todos os corações se enterneçam em mais uma data comemorativa do dia das mães, nesse segundo domingo de maio.
Que a paz dos lares se intensifique no amor verdadeiro.
Que as mamãe mais velhas sejam, igualmente, lembradas com carinho.
Que Deus derrame sua bênção na direção de todas as mães do mundo.
E que tenha piedade daquelas que ainda não encontraram seu caminho.
KATIA CHIAPPINI
quinta-feira, 5 de maio de 2016
PONTUAÇÃO ( EM AÇÃO )
PONTUAÇÃO
A escrita tem pontuação
Para que tenha sentido
É um ato de inserção
No texto que é redigido
A vírgula indica pausa
Reticências é imaginação
Ponto e vírgula é a causa
De uma melhor reflexão
Dois pontos: algo se definiu
Segue-se uma explicação
O anasalado leva o til
Em manhã, como em verão
No diálogo há travessão
Entre aspas estão as citações
Circunflexo virou exceção
O grave e o agudo? conotações
Ponto final vem com tristeza
Encerra frases e casos de amor
Põem-se as cartas na mesa:
- Escasso é o carinho, farta é a dor
KATIA CHIAPPINI
A escrita tem pontuação
Para que tenha sentido
É um ato de inserção
No texto que é redigido
A vírgula indica pausa
Reticências é imaginação
Ponto e vírgula é a causa
De uma melhor reflexão
Dois pontos: algo se definiu
Segue-se uma explicação
O anasalado leva o til
Em manhã, como em verão
No diálogo há travessão
Entre aspas estão as citações
Circunflexo virou exceção
O grave e o agudo? conotações
Ponto final vem com tristeza
Encerra frases e casos de amor
Põem-se as cartas na mesa:
- Escasso é o carinho, farta é a dor
KATIA CHIAPPINI
segunda-feira, 2 de maio de 2016
PENSAMENTO DO DIA
PENSAMENTO DO DIA
Em época de crise a fé é um lenitivo, a esperança é uma possibilidade, a verdade é o que se quer conquistar e a transparência é a única fonte de transformação e paz.
KATIA CHIAPPINI
Em época de crise a fé é um lenitivo, a esperança é uma possibilidade, a verdade é o que se quer conquistar e a transparência é a única fonte de transformação e paz.
KATIA CHIAPPINI
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