UM PERDÃO, UM DIA
A minha verdadeira droga é a vida: droga implícita ou explícita.
Está exposta no baú da sociedade, com cores concretas: a loucura da vida, da noite e do dia.
Alguma loucura real por favor? um perdão, um dia.
Quem sabe uma religião sem crenças e costumes. Quem sabe um universo planejado por um rei!
A droga da vida deixa rastros de solidão e tristeza: humanismo? nunca mais.
Quero um perdão,um dia
A sociedade sem consciência deixa tudo sem pudor!
MARIANA :( AOS 12 ANOS DE IDADE).
( minha querida neta )
Pensamentos,poesias e crônicas de minha autoria,para os apreciadores de gotas poeticas. Essas constituem um bálsamo para a paz espiritual,cujas ondas se inserem na harmonia do cosmos.
domingo, 6 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
A ESPERA!
A ESPERA!
Muito longa e lamentável
É a espera sem libido
Tendo que ser adorável
E abafar o grito sofrido
Situação periclitante
Pois nem se sabe de nada
Pode se tornar frustrante
Nos deixar subordinada
Há uma promessa no ar
Algo que envolve esperança
Resta crer que vai chegar
Como sorriso de criança
Acumulam-se sentimentos
Angústias tentamos sufocar
Embaralham-se pensamentos
Sem nada se concretizar
Em tempo: um telefonema
Marcando dia e horário
Solução desse teorema?
Fim do sufocante calvário?
Bem disse, um dia, São Tomé:
- Tem que pagar para ver
Dar as mãos e ter mais fé
E esperar o amanhecer
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL:katia_fachinello42@hotmail.com
Muito longa e lamentável
É a espera sem libido
Tendo que ser adorável
E abafar o grito sofrido
Situação periclitante
Pois nem se sabe de nada
Pode se tornar frustrante
Nos deixar subordinada
Há uma promessa no ar
Algo que envolve esperança
Resta crer que vai chegar
Como sorriso de criança
Acumulam-se sentimentos
Angústias tentamos sufocar
Embaralham-se pensamentos
Sem nada se concretizar
Em tempo: um telefonema
Marcando dia e horário
Solução desse teorema?
Fim do sufocante calvário?
Bem disse, um dia, São Tomé:
- Tem que pagar para ver
Dar as mãos e ter mais fé
E esperar o amanhecer
KATIA CHIAPPINI
E-MAIL:katia_fachinello42@hotmail.com
RICOS DESAFORTUNADOS!
RICOS DESAFORTUNADOS!
Correntes de sonhos se juntam para ir atrás de um só.
Um passo a a frente e tudo se explode Algo complexo sem sentimentos e humanismo. Algo relativo e difícil de ser conquistado.
Acreditamos no que pensamos sem nos ligar nos outros.
Caminhos alheios são percorridos por turistas de pedra.
A humildade da vida se passa em um só golpe.
As gerações atuais transformam a raça humana em ironia.
A sem-vergonha ou o sem-vergonha estão na mídia fazendo sucesso. E dão razão aos ricos desafortunados onde a fortuna serve de isca para a vida.
A singela homenagem ao que realmente tem valor não mais existe.
E o ridículo foi exposto porque a exposição é cobrada para conseguir vencer na vida. ( vida entre aspas, lembrando )
MARIANA ( AOS 12 ANOS DE IDADE )
Postado por Katia Chiappini- ( a vovó )
Correntes de sonhos se juntam para ir atrás de um só.
Um passo a a frente e tudo se explode Algo complexo sem sentimentos e humanismo. Algo relativo e difícil de ser conquistado.
Acreditamos no que pensamos sem nos ligar nos outros.
Caminhos alheios são percorridos por turistas de pedra.
A humildade da vida se passa em um só golpe.
As gerações atuais transformam a raça humana em ironia.
A sem-vergonha ou o sem-vergonha estão na mídia fazendo sucesso. E dão razão aos ricos desafortunados onde a fortuna serve de isca para a vida.
A singela homenagem ao que realmente tem valor não mais existe.
E o ridículo foi exposto porque a exposição é cobrada para conseguir vencer na vida. ( vida entre aspas, lembrando )
MARIANA ( AOS 12 ANOS DE IDADE )
Postado por Katia Chiappini- ( a vovó )
quinta-feira, 3 de abril de 2014
O SEU BICA DA FARMÁCIA : MEU AVÔ
CLEMENTINO BICA DE ALMEIDA:
FARMACÊUTICO.
Eram amplos armários envernizados com portas de lâminas inteiriças de vidro, com prateleiras grossas contendo potes, frascos e caixas.
Na parede havia um grande relógio redondo, com números romanos no mostrador. Na parede oposta se destacava um enorme espelho oval, com moldura dourada.
Atrás dos armários estabelecia-se o laboratório constituído de vários balcões, armários altos, armazenando grandes potes de louça cheios de pomadas, vidros escuros com essências e sais para aviar receitas. E copos graduados, em diversos tamanhos, onde repousavam feixes de balcões de vidro. Também se fazia necessária a louça grossa e pesada, branca, baixa, com um bico para derramar o líquido, cada uma com uma mão de pilão em miniatura, também de louça.
Nela se mexiam pomadas ou misturas pós diluídos com líquidos estranhos, enchendo inúmeras gavetas e prateleiras. Completavam esse conjunto, as espátulas, papéis de filtro, caixas de cápsulas pequenas, caixas vazias de papelão estampado onde se colocavam as cápsulas prontas com o medicamento, contendo o nome do paciente, do médico, o rótulo da farmácia com a receita escrita e o modo de tomar.
Assim era a farmácia de meu avô.
Em minha meninice, o espaço físico da farmácia me fascinava e toda a manipulação feita no laboratório exalando cheiros envoltos em mistério e magia. Era interessante acompanhar todo o processo desde as misturas feitas até a colocação do rótulo que era colado.
A farmácia era uma ampla peça que fazia parte da residência da família. Ficava situada na cidade de Santana do Livramento, fazendo fronteira com o Uruguai.
Minhas férias de julho eram passadas naqueles balcões. Eu me divertia atendendo alguns clientes e meu avô entendia que para mim era um brinquedo e algo que eu não faria em minha cidade.
Meu avô jamais mandava embora um freguês sem atender. A porta ficava aberta durante o dia e encostada durante a noite.
Haviam fregueses das horas certas e outros de horas incertas, como aqueles, por exemplo, que perdiam o bico do nenê e só se davam conta na hora de fazê-lo dormir.
As refeições de vovô eram interrompidas a todo instante, pois, tanto nos dias úteis como aos domingos, fazia questão de atender a tempo e hora, sem reclamação alguma. Quando a manipulação e preparo da receita exigia um tempo maior, a comida voltava para o fogão de lenha para ser aquecida.
A farmácia fechava mas a rotina de vovô e seu coração, jamais.
Vovô tinha um lema para si mesmo e o seguia ao pé da letra. Costumava dizer:
- A doença não escolhe a hora.
Mas , as vezes, o pedido feito, na madrugada, quando vovô atendia pela janela, era apenas,um simples Melhoral ou algo similar. Pois até uma dor de cabeça merecia sua atenção.
Na farmácia de vovô reuniam-se alguns amigos, após o expediente.
O tema poderia ser familiar, profissional ou em relação aos rumos que a política estava tomando.
Rui Ramos, na ocasião, frequentava essas rodas sociais na farmácia de vovô, assim como outros deputados em campanha eleitoral.
Coelho de Souza, considerado o melhor Secretário de Educação que o Rio Grande tivera até então, também conversava com meu avô entre uma cuia e outra de chimarrão que circulava nas reuniões.
Outros amigos de vovô eram fazendeiros, e nesse caso, a conversa girava em torno do preço da lã e da carne, dos pastos sofridos pela geada ou seca.
Fazendeiros de bota e bombacha largavam ali suas receitas com listas de remédios. E passavam depois do trabalho para recolher os pedidos e, ao mesmo tempo, descansavam um pouco, antes de voltar para suas estâncias.
Meu avô atendia os mendigos e maltrapilhos que se sentavam na calçada e lhes dava os remédios dos quais necessitavam e, de quebra, um prato de comida que mandava preparar com alguma antecedência.
Lembro das noites de inverno e das pessoas que vovô recolhia, logo que fechava a farmácia, e que enchiam as escadas da casa, ao se sentar, para esperar cada qual, sua medicação.
Meu avô atendia sempre com a mesma disposição, pobres ou ricos.
Diziam:
- Mas seu Bica, não tenho como pagar o senhor, hoje.
E meu avô, com a mesma atenção de sempre, respondia
- Vai, meu ''nego,''cure seu filho e depois você me paga.
Em eras passadas morria-se de tifo em Livramento.
Vovô mandava buscar as vacinas no quartel e ia vacinado, um a um, gratuitamente, todo o voluntário que se apresentasse. Começava pelo pessoal da casa, empregados, vizinhos, funcionários da farmácia e estendia a vacinação até que a última pessoas da fila fosse atendida.
Isso foi feito por vários anos até que surgiu o primeiro posto de saúde na cidade.
Vovô era brincalhão, risonho, cavalheiro, boníssimo e humanitário.
Despojado dos bens materiais e amigo de todos na cidade. Era incapaz de uma grosseria, tanto em família como na farmácia.
Cada um recebia o que hoje se convenciona chamar de atendimento personalizado.
As crianças o adoravam porque ele distribuía balas e goma de mascar para elas.
Vovô amou sua profissão mas amou mais os seres humanos.
Nem se pode dizer que fez de sua vida um sacerdócio porque sacerdócio foi sua própria maneira de agir enquanto viveu.
Ele demonstrou ter a verdadeira alegria de servir ao seu semelhante.
Quando se sentiu indisposto, saiu rapidamente da casa e foi para a farmácia. Entrou no laboratório, sentou numa cadeira e pediu uma coramina para um dos atendentes.
Mas morreu naquele momento, na farmácia, no seu laboratório, onde tantas vezes serviu aos outros manipulando as fórmulas dos medicamentos.
Morreu sem sentir, em silêncio, sem queixas, como em vida. E no lugar onde passou mais da metade dela: no laboratório.
E, multidão que o acompanhou em sua última caminhada, em direção ao cemitério, foi a maior já vista na cidade.
Lamúrias e choro alto se ouvia junto com os passos do cortejo fúnebre em direção à hora final.
Clementino Bica de Almeida, meu amado vovô, faço desse texto uma homenagem sincera e saudosa à sua bondade e a sua insuperável vida.
Sou sua neta mais velha, aquela que você gostava de apresentar assim:
- Essa é minha filha mais jovem que mora em Porto Alegre.
Sua bênção, meu querido vovô, parte insubstituível de minha infância feliz.
Você é meu exemplo de magnanimidade, de amor verdadeiro e universal.
KATIA CHIAPPINI
´
E-MAIL: KATIA_FACHINELLO42@HOTMAIL.COM
Observação: texto inspirado num ensaio de minha tia: Thereza de Almeida ( filha de vovô Bica) datado de agosto de 1996.
E que presidiu a Academia de Letras Santanense. Escreveu e lançou dois livros e veio autografá-los na feira do livro da capital: Corpo e Alma e Lembranças de Menina, entre outros trabalhos para o jornal local: A Plateia, o de maior circulação na cidade.
FARMACÊUTICO.
Eram amplos armários envernizados com portas de lâminas inteiriças de vidro, com prateleiras grossas contendo potes, frascos e caixas.
Na parede havia um grande relógio redondo, com números romanos no mostrador. Na parede oposta se destacava um enorme espelho oval, com moldura dourada.
Atrás dos armários estabelecia-se o laboratório constituído de vários balcões, armários altos, armazenando grandes potes de louça cheios de pomadas, vidros escuros com essências e sais para aviar receitas. E copos graduados, em diversos tamanhos, onde repousavam feixes de balcões de vidro. Também se fazia necessária a louça grossa e pesada, branca, baixa, com um bico para derramar o líquido, cada uma com uma mão de pilão em miniatura, também de louça.
Nela se mexiam pomadas ou misturas pós diluídos com líquidos estranhos, enchendo inúmeras gavetas e prateleiras. Completavam esse conjunto, as espátulas, papéis de filtro, caixas de cápsulas pequenas, caixas vazias de papelão estampado onde se colocavam as cápsulas prontas com o medicamento, contendo o nome do paciente, do médico, o rótulo da farmácia com a receita escrita e o modo de tomar.
Assim era a farmácia de meu avô.
Em minha meninice, o espaço físico da farmácia me fascinava e toda a manipulação feita no laboratório exalando cheiros envoltos em mistério e magia. Era interessante acompanhar todo o processo desde as misturas feitas até a colocação do rótulo que era colado.
A farmácia era uma ampla peça que fazia parte da residência da família. Ficava situada na cidade de Santana do Livramento, fazendo fronteira com o Uruguai.
Minhas férias de julho eram passadas naqueles balcões. Eu me divertia atendendo alguns clientes e meu avô entendia que para mim era um brinquedo e algo que eu não faria em minha cidade.
Meu avô jamais mandava embora um freguês sem atender. A porta ficava aberta durante o dia e encostada durante a noite.
Haviam fregueses das horas certas e outros de horas incertas, como aqueles, por exemplo, que perdiam o bico do nenê e só se davam conta na hora de fazê-lo dormir.
As refeições de vovô eram interrompidas a todo instante, pois, tanto nos dias úteis como aos domingos, fazia questão de atender a tempo e hora, sem reclamação alguma. Quando a manipulação e preparo da receita exigia um tempo maior, a comida voltava para o fogão de lenha para ser aquecida.
A farmácia fechava mas a rotina de vovô e seu coração, jamais.
Vovô tinha um lema para si mesmo e o seguia ao pé da letra. Costumava dizer:
- A doença não escolhe a hora.
Mas , as vezes, o pedido feito, na madrugada, quando vovô atendia pela janela, era apenas,um simples Melhoral ou algo similar. Pois até uma dor de cabeça merecia sua atenção.
Na farmácia de vovô reuniam-se alguns amigos, após o expediente.
O tema poderia ser familiar, profissional ou em relação aos rumos que a política estava tomando.
Rui Ramos, na ocasião, frequentava essas rodas sociais na farmácia de vovô, assim como outros deputados em campanha eleitoral.
Coelho de Souza, considerado o melhor Secretário de Educação que o Rio Grande tivera até então, também conversava com meu avô entre uma cuia e outra de chimarrão que circulava nas reuniões.
Outros amigos de vovô eram fazendeiros, e nesse caso, a conversa girava em torno do preço da lã e da carne, dos pastos sofridos pela geada ou seca.
Fazendeiros de bota e bombacha largavam ali suas receitas com listas de remédios. E passavam depois do trabalho para recolher os pedidos e, ao mesmo tempo, descansavam um pouco, antes de voltar para suas estâncias.
Meu avô atendia os mendigos e maltrapilhos que se sentavam na calçada e lhes dava os remédios dos quais necessitavam e, de quebra, um prato de comida que mandava preparar com alguma antecedência.
Lembro das noites de inverno e das pessoas que vovô recolhia, logo que fechava a farmácia, e que enchiam as escadas da casa, ao se sentar, para esperar cada qual, sua medicação.
Meu avô atendia sempre com a mesma disposição, pobres ou ricos.
Diziam:
- Mas seu Bica, não tenho como pagar o senhor, hoje.
E meu avô, com a mesma atenção de sempre, respondia
- Vai, meu ''nego,''cure seu filho e depois você me paga.
Em eras passadas morria-se de tifo em Livramento.
Vovô mandava buscar as vacinas no quartel e ia vacinado, um a um, gratuitamente, todo o voluntário que se apresentasse. Começava pelo pessoal da casa, empregados, vizinhos, funcionários da farmácia e estendia a vacinação até que a última pessoas da fila fosse atendida.
Isso foi feito por vários anos até que surgiu o primeiro posto de saúde na cidade.
Vovô era brincalhão, risonho, cavalheiro, boníssimo e humanitário.
Despojado dos bens materiais e amigo de todos na cidade. Era incapaz de uma grosseria, tanto em família como na farmácia.
Cada um recebia o que hoje se convenciona chamar de atendimento personalizado.
As crianças o adoravam porque ele distribuía balas e goma de mascar para elas.
Vovô amou sua profissão mas amou mais os seres humanos.
Nem se pode dizer que fez de sua vida um sacerdócio porque sacerdócio foi sua própria maneira de agir enquanto viveu.
Ele demonstrou ter a verdadeira alegria de servir ao seu semelhante.
Quando se sentiu indisposto, saiu rapidamente da casa e foi para a farmácia. Entrou no laboratório, sentou numa cadeira e pediu uma coramina para um dos atendentes.
Mas morreu naquele momento, na farmácia, no seu laboratório, onde tantas vezes serviu aos outros manipulando as fórmulas dos medicamentos.
Morreu sem sentir, em silêncio, sem queixas, como em vida. E no lugar onde passou mais da metade dela: no laboratório.
E, multidão que o acompanhou em sua última caminhada, em direção ao cemitério, foi a maior já vista na cidade.
Lamúrias e choro alto se ouvia junto com os passos do cortejo fúnebre em direção à hora final.
Clementino Bica de Almeida, meu amado vovô, faço desse texto uma homenagem sincera e saudosa à sua bondade e a sua insuperável vida.
Sou sua neta mais velha, aquela que você gostava de apresentar assim:
- Essa é minha filha mais jovem que mora em Porto Alegre.
Sua bênção, meu querido vovô, parte insubstituível de minha infância feliz.
Você é meu exemplo de magnanimidade, de amor verdadeiro e universal.
KATIA CHIAPPINI
´
Observação: texto inspirado num ensaio de minha tia: Thereza de Almeida ( filha de vovô Bica) datado de agosto de 1996.
E que presidiu a Academia de Letras Santanense. Escreveu e lançou dois livros e veio autografá-los na feira do livro da capital: Corpo e Alma e Lembranças de Menina, entre outros trabalhos para o jornal local: A Plateia, o de maior circulação na cidade.
terça-feira, 1 de abril de 2014
OS OSSOS DA ANTIGUIDADE!
OS OSSOS DA ANTIGUIDADE
( uma grata surpresa)
Um belo dia uma guria estava colhendo as frutas da fazenda de sua mãe. Ela se chamava Clouver e o irmão dela adorava pesquisar coisas.
Um belo dia o irmão chamou a menina pára brincar:
- Mana, vamos brincar?
A irmã disse:
- Veja mano, isso é osso de dinossauro.
O irmão respondeu:
- É verdade.
O menino saiu da frente da irmã, pegou os ossos de dinossauro e foi brincar de '' Star Wars''. A menina continuou colhendo as frutas.
Mas se lembrou do que o irmão disse e ficou curiosa para saber o que havia cavando a terra.
A menina abriu um buraco e descobriu muitos ossos de bichos.
Mas a menina queria mais.
Ela disse para sua mãe:
- Mãe, vou sair por aí para ver se encontro mais ossos.
A mãe respondeu:
-Vou deixar você ir mas se cuide dos perigos.
A menina pegou sua mala e uma bicicleta e saiu rápida pela porta.
Passou de cidade em cidade, Estado em Estado.
A menina avistou uma passagem subterrânea, entrou e encontrou corpos congelados na parede.
Ela foi descongelando com fogo e depois levou os corpos para o museu.
Estudou muito e se formou em Arqueologia.
Com o dinheiro de seu trabalho comprou uma linda casa.
DEDICATÓRIA:
Dedico essa história ao meu tio Iuri que me deu um real e a minha vó Katia que me leva ao cinema no sábado.
MARIANA ( AOS 9 ANOS DE IDADE )
( uma grata surpresa)
Um belo dia uma guria estava colhendo as frutas da fazenda de sua mãe. Ela se chamava Clouver e o irmão dela adorava pesquisar coisas.
Um belo dia o irmão chamou a menina pára brincar:
- Mana, vamos brincar?
A irmã disse:
- Veja mano, isso é osso de dinossauro.
O irmão respondeu:
- É verdade.
O menino saiu da frente da irmã, pegou os ossos de dinossauro e foi brincar de '' Star Wars''. A menina continuou colhendo as frutas.
Mas se lembrou do que o irmão disse e ficou curiosa para saber o que havia cavando a terra.
A menina abriu um buraco e descobriu muitos ossos de bichos.
Mas a menina queria mais.
Ela disse para sua mãe:
- Mãe, vou sair por aí para ver se encontro mais ossos.
A mãe respondeu:
-Vou deixar você ir mas se cuide dos perigos.
A menina pegou sua mala e uma bicicleta e saiu rápida pela porta.
Passou de cidade em cidade, Estado em Estado.
A menina avistou uma passagem subterrânea, entrou e encontrou corpos congelados na parede.
Ela foi descongelando com fogo e depois levou os corpos para o museu.
Estudou muito e se formou em Arqueologia.
Com o dinheiro de seu trabalho comprou uma linda casa.
DEDICATÓRIA:
Dedico essa história ao meu tio Iuri que me deu um real e a minha vó Katia que me leva ao cinema no sábado.
MARIANA ( AOS 9 ANOS DE IDADE )
domingo, 30 de março de 2014
INSEGURANÇA
A INSEGURANÇA
A insegurança
Não leva a nada
Tolhe a esperança
Obstrui a jornada
Motivo de ansiedade
De desassossego
Mina a felicidade
Se esvai o apego
Se quiser dominar
Perde o sentido
Precisa reavaliar
Afiar o ouvido
Ninguém é objeto
Nem prisioneiro
Negar o afeto
É não ser inteiro
Ser inseguro
Sem tentar confiar
É tatear no escuro
E o amor negar
Se o gesto de amar
Não se concretizar
Seja como for
Nada vai restar
Na turbulência
O amor padece
Como consequência
A paixão fenece
Quem ama acredita
Avalia as premissas
A verdade dita
E se faz a justiça
Não inventa o vilão
Ampara o ser
Ergue-o do chão
Recolhe-o no prazer
E o torna feliz
E se faz verão
E o bem que se quis
Transborda na estação
KATIA CHIAPPINI
A insegurança
Não leva a nada
Tolhe a esperança
Obstrui a jornada
Motivo de ansiedade
De desassossego
Mina a felicidade
Se esvai o apego
Se quiser dominar
Perde o sentido
Precisa reavaliar
Afiar o ouvido
Ninguém é objeto
Nem prisioneiro
Negar o afeto
É não ser inteiro
Ser inseguro
Sem tentar confiar
É tatear no escuro
E o amor negar
Se o gesto de amar
Não se concretizar
Seja como for
Nada vai restar
Na turbulência
O amor padece
Como consequência
A paixão fenece
Quem ama acredita
Avalia as premissas
A verdade dita
E se faz a justiça
Não inventa o vilão
Ampara o ser
Ergue-o do chão
Recolhe-o no prazer
E o torna feliz
E se faz verão
E o bem que se quis
Transborda na estação
KATIA CHIAPPINI
sábado, 29 de março de 2014
PRECE À PALAVRA!
PRECE À PALAVRA
Venha se faça presente
Peço que me acolhas
Porque você me sente
E nem tenho escolha
Aproxime-se parceira
Amo-a com intensidade
A palavra é parideira
E o meu poema invade
Sei que me consola
Ora silencia ora fala
Mas em mim se enrola
E o ensinamento exala
Controle a palavra
Talvez seja a de guerra
A transgressão se lavra
Vinga a desordem na terra
Dê um tempo no asilo
Venha se fazer ouvir
Abrande um pouco ''aquilo''
Ouça as queixas a repercutir
O homem ainda agradece
A palavra que traz o bem
E aquela que se faz prece
Dando alívio a quem não tem
Sinta a força da palavra
Na serenata que emana
Gente livre como escrava
Entoa a canção que irmana
Palavra! seque seu pranto
Sorria e mostre beleza
Seja do amor um manto
E aconselhe na incerteza
A palavra tem uma missão:
-Unir povos e raças
Vou lutar por solução
E pela inclusão das massas
Palavra! não pregue o temor
Mostre seu conselho aos pais
Crianças precisam de amor
Como todos nós: os mortais
KATIA CHIAPPINI
Venha se faça presente
Peço que me acolhas
Porque você me sente
E nem tenho escolha
Aproxime-se parceira
Amo-a com intensidade
A palavra é parideira
E o meu poema invade
Sei que me consola
Ora silencia ora fala
Mas em mim se enrola
E o ensinamento exala
Controle a palavra
Talvez seja a de guerra
A transgressão se lavra
Vinga a desordem na terra
Dê um tempo no asilo
Venha se fazer ouvir
Abrande um pouco ''aquilo''
Ouça as queixas a repercutir
O homem ainda agradece
A palavra que traz o bem
E aquela que se faz prece
Dando alívio a quem não tem
Sinta a força da palavra
Na serenata que emana
Gente livre como escrava
Entoa a canção que irmana
Palavra! seque seu pranto
Sorria e mostre beleza
Seja do amor um manto
E aconselhe na incerteza
A palavra tem uma missão:
-Unir povos e raças
Vou lutar por solução
E pela inclusão das massas
Palavra! não pregue o temor
Mostre seu conselho aos pais
Crianças precisam de amor
Como todos nós: os mortais
KATIA CHIAPPINI
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