QUAL É?
Qual é?
É galo garnisé
De crista em pé?
Na arca com Noé?
Qual é?
Deu no pé?
Qual é?
Deu bicho de pé?
Qual é?
Que papelão, né?
Qual é?
Não quer cafuné?
Qual é?
Perdeu a fé?
Pegue seu boné
Já nem sei quem é
Sumiu com a maré
É ou não é?
KATIA CHIAPPINI
Pensei que meu plano fosse o mesmo seu: VIVER...
katia
Pensamentos,poesias e crônicas de minha autoria,para os apreciadores de gotas poeticas. Essas constituem um bálsamo para a paz espiritual,cujas ondas se inserem na harmonia do cosmos.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
A MENINA DE TRANÇA
A MENINA DE TRANÇA
A menina aquela de trança
Que na memória se lança
É razão de minha lembrança
É o melhor de minha infância
Hoje não é mais criança
Fala com voz morna e mansa
Se esmera na aula de dança
E seduz quando anda e balança
Aquela menina é esperança
Tudo percebe e alcança
É moça mas ainda faz trança
Pra ver se alguém a desmancha
KATIA CHIAPPINI
A menina aquela de trança
Que na memória se lança
É razão de minha lembrança
É o melhor de minha infância
Hoje não é mais criança
Fala com voz morna e mansa
Se esmera na aula de dança
E seduz quando anda e balança
Aquela menina é esperança
Tudo percebe e alcança
É moça mas ainda faz trança
Pra ver se alguém a desmancha
KATIA CHIAPPINI
domingo, 11 de janeiro de 2015
O TEMPO PEDE PASSAGEM!
O TEMPO PEDE PASSAGEM
Já não há mais tempo
De parar o tempo
De passar o tempo
Perdendo seu tempo
Odiar é perder tempo
Amar é alongar o tempo
Sonhar é driblar o tempo
Pra ganhar mais tempo
A ambição ganha tempo
A justiça cobra seu tempo
A verdade se impõe no tempo
De transparência é tempo
Brasil, ergue-te em tempo
É chegado o tempo
De findar o mau tempo
De sair do contratempo
Aplica tuas leis à tempo
A Nação implora por tempo
Ou morrerá antes do tempo
Sem vislumbrar novo tempo
KATIA CHIAPPINI
e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
Já não há mais tempo
De parar o tempo
De passar o tempo
Perdendo seu tempo
Odiar é perder tempo
Amar é alongar o tempo
Sonhar é driblar o tempo
Pra ganhar mais tempo
A ambição ganha tempo
A justiça cobra seu tempo
A verdade se impõe no tempo
De transparência é tempo
Brasil, ergue-te em tempo
É chegado o tempo
De findar o mau tempo
De sair do contratempo
Aplica tuas leis à tempo
A Nação implora por tempo
Ou morrerá antes do tempo
Sem vislumbrar novo tempo
KATIA CHIAPPINI
e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
sábado, 10 de janeiro de 2015
TODA PAIXÃO...
TODA PAIXÃO SE REVELA...
A paixão nos atropela
Na cidade ou na favela
Ou à espera na janela
Com jeito de sentinela
Está no aroma da panela
Na aparência que é bela
Na flor posta na lapela
No dito quebra-costela
No silêncio da capela
Na luz suave da vela
Que um rosto revela
E que milagres opera
A paixão está à mão nela
Na escola de samba'' Portela''
No quadro à aquarela
No caminho de Compostela
Está lá na grande tela
Ou espera na cancela
Vai da música da novela
Ao coração da donzela
KATIA CHIAPPINI
-E-MAIL:katia_fachinello42@hotmail.com
Obs:
A primeira foto é do filme Diário de uma Paixão, que mostra a dedicação ímpar de um casal, até as últimas consequências.
O livro do mesmo nome é de autoria de um romancista de renome e que tem várias outras obras filmadas: Nicholas Sparks
A paixão nos atropela
Na cidade ou na favela
Ou à espera na janela
Com jeito de sentinela
Está no aroma da panela
Na aparência que é bela
Na flor posta na lapela
No dito quebra-costela
No silêncio da capela
Na luz suave da vela
Que um rosto revela
E que milagres opera
A paixão está à mão nela
Na escola de samba'' Portela''
No quadro à aquarela
No caminho de Compostela
Está lá na grande tela
Ou espera na cancela
Vai da música da novela
Ao coração da donzela
KATIA CHIAPPINI
-E-MAIL:katia_fachinello42@hotmail.com
Obs:
A primeira foto é do filme Diário de uma Paixão, que mostra a dedicação ímpar de um casal, até as últimas consequências.
O livro do mesmo nome é de autoria de um romancista de renome e que tem várias outras obras filmadas: Nicholas Sparks
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
CLASSE ACÉFALA
CLASSE ACÉFALA
Ao ler meu nome no diário Oficial da União, verifiquei que tinha sido aprovada no concurso para o magistério Estadual. E tratei de pesquisar a situação das escolas de minha área de atuação. Eu estava sendo chamada para assumir meu posto. após apresentar o laudo dos exames médicos solicitados, para a nomeação, como de praxe.
Liguei para a primeira escola:
- Por favor, há classes acéfalas nessa escola?
- Ah!,bem, o computador travou e não tenho essa informação no momento.
- Sim, agradeço pela atenção e tenha um bom dia.
Liguei para a segunda escola:
- Por obséquio, há classes acéfalas nessa escola?
- Bem, senhora, vou chamar a vice- diretora do turno.
Esperei na linha e ouvi:
- Sou a vice-diretora mas diante de sua pergunta vou chamar a diretora
Esperei mais um pouco pelo contato que falou:
- Sinto muito, a diretora está ausente.
Liguei para a terceira escola de minha lista de preferência:
- Por favor, poderia me dizer se ainda existem classes acéfalas na escola?
- Bem, depende senhora.
Então verifique, por favor, que aguardo na linha.
- Senhora, sou a secretária da escola.
- Então, aproveite e consulte na lista e terá essa informação, com certeza.
- Bem, o que tenho aqui, no momento, é uma lista de classes sem professores.
- Então, senhora secretária, estou trocando 6 por meia dúzia e isso é de meu interesse.
E assim, sem mais explicações, desliguei o telefone e fui visitar a escola, para me apresentar, com um documento que me foi dado pela Secretaria de Educação de minha cidade.
Aceitei lecionar uma turma de primeira série do ensino fundamental que eu deveria alfabetizar. Não me importei com o fato de saber que essa classe obteve um resultado inferior ao termo médio no teste que mede o coeficiente intelectual.
Sem exigências de espécie alguma fui à luta.
Finalmente, para minha tranquilidade, essa classe não mais estaria acéfala e nem eu.
KATIA CHIAPPINI
Ao ler meu nome no diário Oficial da União, verifiquei que tinha sido aprovada no concurso para o magistério Estadual. E tratei de pesquisar a situação das escolas de minha área de atuação. Eu estava sendo chamada para assumir meu posto. após apresentar o laudo dos exames médicos solicitados, para a nomeação, como de praxe.
Liguei para a primeira escola:
- Por favor, há classes acéfalas nessa escola?
- Ah!,bem, o computador travou e não tenho essa informação no momento.
- Sim, agradeço pela atenção e tenha um bom dia.
Liguei para a segunda escola:
- Por obséquio, há classes acéfalas nessa escola?
- Bem, senhora, vou chamar a vice- diretora do turno.
Esperei na linha e ouvi:
- Sou a vice-diretora mas diante de sua pergunta vou chamar a diretora
Esperei mais um pouco pelo contato que falou:
- Sinto muito, a diretora está ausente.
Liguei para a terceira escola de minha lista de preferência:
- Por favor, poderia me dizer se ainda existem classes acéfalas na escola?
- Bem, depende senhora.
Então verifique, por favor, que aguardo na linha.
- Senhora, sou a secretária da escola.
- Então, aproveite e consulte na lista e terá essa informação, com certeza.
- Bem, o que tenho aqui, no momento, é uma lista de classes sem professores.
- Então, senhora secretária, estou trocando 6 por meia dúzia e isso é de meu interesse.
E assim, sem mais explicações, desliguei o telefone e fui visitar a escola, para me apresentar, com um documento que me foi dado pela Secretaria de Educação de minha cidade.
Aceitei lecionar uma turma de primeira série do ensino fundamental que eu deveria alfabetizar. Não me importei com o fato de saber que essa classe obteve um resultado inferior ao termo médio no teste que mede o coeficiente intelectual.
Sem exigências de espécie alguma fui à luta.
Finalmente, para minha tranquilidade, essa classe não mais estaria acéfala e nem eu.
KATIA CHIAPPINI
UM DESVIO NO MODO DE EDUCAR
UM DESVIO NO MODO DE EDUCAR
Um pai contou um segredo para seu filho pequeno e pediu que não falasse para ninguém. Tratava-se de fazer uma surpresa para a família a respeito de uma aquisição de um modelo mais recente de um automóvel, cuja encomenda estava à caminho. Mas o pai não se conteve e acabou contando a novidade para o padrinho do filho. O menino procurou pelo pai, imediatamente, e perguntou-lhe:
-Meu pai, não era para guardar segredo?
-Ah! só para o seu padrinho podia contar.
Esse pequeno gesto que parece sem consequências deixou o filho confuso. Quem pensa em educar com firmeza deve agir corretamente. Sabemos que o exemplo fala mais que a palavra.
Esse menino vai pensar que o pai não o considerou confiável e vai ficar desapontado e triste. Isso porque o pai lhe ensinou uma regra e agiu pela exceção. E tirou do filho a chance de ver a alegria da família toda, inclusive do padrinho, que certamente iria contar, o que era para ser segredo, a outra pessoa. E esse pai subtraiu ao filho a oportunidade de demonstrar que sabia guardar segredo.
A educação é um processo contínuo e sério. E esse fato, unido a outros semelhantes ,pode gerar insegurança.
Ensinar o modo correto de agir é agir de acordo com o que se fala.
Ou ensinamos a verdade ou ensinamos meias verdades que não educam de modo algum.
Então, principalmente nos dias atuais, nos quais precisamos resgatar princípios e valores perdidos, urge buscar ferramentas e técnicas baseadas no respeito, justiça, solidariedade. Nossa evolução espiritual nos impõe essa compreensão. E dela depende nossa tranquilidade: a de saber que estamos buscando o melhor para a nossa vida e a de nossos descendentes.
E se pensarmos no fato de que os pais se separam, fica mais difícil manter, de comum acordo, as bases da educação. Um dos cônjuges é sempre o vilão e o outro é o'' prafrentex''. Mais tarde o filho vai descobrir que o vilão é o que verdadeiramente amou. O ''camaradinha'' é o que jamais saiu de sua zona de conforto e tudo permitiu. E isso jamais foi prova de amor.
E jamais um filho que se sinta amado vai odiar o ''vilão''. Pode demorar um pouco, mas vai entender que se preocupar, aconselhar, advertir são atitudes de amor e de proteção.
E os filhos, mais cedo ou mais tarde,percebem que impor limites é demonstrar amor.
KATIA CHIAPPINI
Um pai contou um segredo para seu filho pequeno e pediu que não falasse para ninguém. Tratava-se de fazer uma surpresa para a família a respeito de uma aquisição de um modelo mais recente de um automóvel, cuja encomenda estava à caminho. Mas o pai não se conteve e acabou contando a novidade para o padrinho do filho. O menino procurou pelo pai, imediatamente, e perguntou-lhe:
-Meu pai, não era para guardar segredo?
-Ah! só para o seu padrinho podia contar.
Esse pequeno gesto que parece sem consequências deixou o filho confuso. Quem pensa em educar com firmeza deve agir corretamente. Sabemos que o exemplo fala mais que a palavra.
Esse menino vai pensar que o pai não o considerou confiável e vai ficar desapontado e triste. Isso porque o pai lhe ensinou uma regra e agiu pela exceção. E tirou do filho a chance de ver a alegria da família toda, inclusive do padrinho, que certamente iria contar, o que era para ser segredo, a outra pessoa. E esse pai subtraiu ao filho a oportunidade de demonstrar que sabia guardar segredo.
A educação é um processo contínuo e sério. E esse fato, unido a outros semelhantes ,pode gerar insegurança.
Ensinar o modo correto de agir é agir de acordo com o que se fala.
Ou ensinamos a verdade ou ensinamos meias verdades que não educam de modo algum.
Então, principalmente nos dias atuais, nos quais precisamos resgatar princípios e valores perdidos, urge buscar ferramentas e técnicas baseadas no respeito, justiça, solidariedade. Nossa evolução espiritual nos impõe essa compreensão. E dela depende nossa tranquilidade: a de saber que estamos buscando o melhor para a nossa vida e a de nossos descendentes.
E se pensarmos no fato de que os pais se separam, fica mais difícil manter, de comum acordo, as bases da educação. Um dos cônjuges é sempre o vilão e o outro é o'' prafrentex''. Mais tarde o filho vai descobrir que o vilão é o que verdadeiramente amou. O ''camaradinha'' é o que jamais saiu de sua zona de conforto e tudo permitiu. E isso jamais foi prova de amor.
E jamais um filho que se sinta amado vai odiar o ''vilão''. Pode demorar um pouco, mas vai entender que se preocupar, aconselhar, advertir são atitudes de amor e de proteção.
E os filhos, mais cedo ou mais tarde,percebem que impor limites é demonstrar amor.
KATIA CHIAPPINI
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
SE FOSSE O ANO DA PAZ...
Se fosse o ano da paz
Todos diriam: ''bom dia''
O trânsito menos voraz
Traria o lazer como garantia
Se o ano fosse de paz
A criança pouco choraria
A justiça seria capaz
Ao idoso protegeria
Pobre mulher humilhada
Pobre mendigo queimado
Erguei-vos,''oh Pátria Amada''
Em busca de homem honrado
Não do branco colarinho
Que aceita propina indevida
Oh ''Mãe Gentil', o teu ninho
Está à esmo e sem guarida
Só a caridade há e dar
O amor sem cobrar a ninguém
Se paz significasse amar
A Nação não seria refém
KATIA CHIAPPINI
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