PENSEI QUE VIESSES...
Pensei que ainda viesses
Fiquei tempos te esperando
Pensei que vier pudesses
Pensei te ver me abraçando
Fui passear na fazenda
Pra distrair minha mágoa
Yemanjá ,aceitou a oferenda
Que joguei no azul das águas
Enquanto a esperar eu fiquei
Juntei conchinhas no mar
Com flores eu me enfeitei
Das conchas fiz um colar
Tomei um banho de cascata
E comprei água de cheiro
Ensaiei a bela serenata
Decorei um poema campeiro
Depois fiquei a pensar:
- Vou chegar antes da hora
Na rede irei me embalar
E sem amar nem vou embora
Pensei em dizer: és a chama
Como sou quem te enriquece
Só se quer bem quem se ama
E quem se ama não se esquece
KATIA CHIAPPINI
Pensamentos,poesias e crônicas de minha autoria,para os apreciadores de gotas poeticas. Essas constituem um bálsamo para a paz espiritual,cujas ondas se inserem na harmonia do cosmos.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
MUITOS ANOS DE VIDA
MUITOS ANOS DE VIDA
Muitos anos de vida eu almejo
Amor na madrugada sem pejo
Carinhos, mais abraços e beijos
Muitos anos de vinho tinto
Manjares na mesa -não minto-
E fé para vencer labirintos
Muitas rodas de discussões
Com o respeito às opiniões
E um ''carteado'' nos serões
Quero percorrer minha jornada
Andando em paz pela calçada
Amparando e sendo amparada
Quero uma compota de figos
Quero estar entre os amigos
Quero me envolver contigo
Quero honrar meus ancestrais
A paz que minha família traz
E o último carinho: quem me faz?
KATIA CHIAPPINI
Muitos anos de vida eu almejo
Amor na madrugada sem pejo
Carinhos, mais abraços e beijos
Muitos anos de vinho tinto
Manjares na mesa -não minto-
E fé para vencer labirintos
Muitas rodas de discussões
Com o respeito às opiniões
E um ''carteado'' nos serões
Quero percorrer minha jornada
Andando em paz pela calçada
Amparando e sendo amparada
Quero uma compota de figos
Quero estar entre os amigos
Quero me envolver contigo
Quero honrar meus ancestrais
A paz que minha família traz
E o último carinho: quem me faz?
KATIA CHIAPPINI
sábado, 27 de agosto de 2016
VEM,PRIMAVERA!
VEM, PRIMAVERA!
Vem, estação Primavera!
Trazendo flores à terra
Vem, a vida te espera
Queremos paz, não guerra
Vem com teu novo olhar
Tornar teus filhos belos
Não os deixes naufragar
Sem destino e sem elos
Vem florescer de novo
Colher amores também
Trazer mais cores ao povo
Que do temor é refém
Vem espalhar a brisa
Junto com a esperança
Vem como fada ou pitonisa
Ser prenúncio de bonança
KATIA CHIAPPINI
Vem, estação Primavera!
Trazendo flores à terra
Vem, a vida te espera
Queremos paz, não guerra
Vem com teu novo olhar
Tornar teus filhos belos
Não os deixes naufragar
Sem destino e sem elos
Vem florescer de novo
Colher amores também
Trazer mais cores ao povo
Que do temor é refém
Vem espalhar a brisa
Junto com a esperança
Vem como fada ou pitonisa
Ser prenúncio de bonança
KATIA CHIAPPINI
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
UMA PREOCUPAÇÃO NACIONAL
UMA PREOCUPAÇÃO NACIONAL
Por que o Brasil. em estado de penúria, ainda faz comemorações suntuosas para as altas cúpulas do governo?
Por que viaja em caravanas fantásticas, onde os convidados nem sabem o que vão fazer?
Cada vez mais os dirigentes da nação relegam ao segundo plano os problemas básicos de subsistência, tais como,saúde, moradia, saneamento básico, educação e segurança.
Quem tem em suas mãos a responsabilidade de gerenciar um país não deveria justificar obras faraônicas com tantas desculpas sem veracidade. E só para promover uns e outros, apaniguados e comparsas de menos valia.
Percebemos que após qualquer evento fantástico, restarão obras inacabadas, elefantes brancos, superfaturamento e um total descaso com a população, ávida de soluções que não tomam vulto.
De um lado há o desperdício do dinheiro público e de outro, um povo aflito que sai às ruas e brada por justiça e humanidade.
A escolha da cidade do Rio de Janeiro para receber as delegações olímpicas, por exemplo, se revestiria de real significado, se os recursos arrecadados fossem voltados para investir em obras sociais pertinentes e urgentes.
Mas essas providências não poderiam servir para elevar o ego dos governantes.Esses precisam ver seus nomes gravados em placas e afixados em viadutos, monumentos, rodovias e outras edificações do estilo.
Percebemos que esses eventos extraordinários se destinam a enaltecer a vaidade humana e parecem enriquecer os mais ricos e empobrecer os mais pobres.
Diferente seria se houvesse um esforço ,por parte dos governantes, no sentido de promover políticas públicas, onde os povos visitantes e abastados, procurassem investir em nossa pátria, num programa salutar de boa vizinhança.
Mas um país despojado intelectualmente só quer pão e circo: carnaval, samba e futebol.
Continuamos a perdoar as dívidas de outros povos, a não cobrar impostos devidos de quem pode pagar.
E,pasmem, liguei o rádio e acabo de saber que houve um bloqueio antecipado de emergências e leitos dos hospitais, quando da olimpíada recente. E um cidadão, portador de leucemia, ficou vagando por 7 dias e 7 noites, sem que lhe fosse oferecido um leito para se acomodar.
E isso tudo ocorreu em nome e em prol dos doentes ''olímpicos''.
E o que dizer dessa olimpíada da dor que se espalha pelo país?
E essa olimpíada do fracasso que nem quer medalha de ouro e sim, ouvir vozes comprometidas com a desgraça do cidadão?
Queremos ouvir um hino de louvor ao trabalho do homem simples que se contenta com tão pouco e que merece tanto.
Não queremos ouvir os gritos vindos de agressões físicas, de violência moral, psicológica e, de qualquer forma, coercitiva.
Passada a euforia dos jogos olímpicos, e nem tiro o brilho dos mesmos, nem a superação dos atletas, onde está a equipe política que nos deve um pouco de paz?
Pobre pátria amada, só idolatrada pelo banditismo que prende o homem de bem em gaiolas gradeadas, dentro do condomínio e do domínio da impunidade e da inobservância dos princípios básicos de cidadania.
Convido a todos os brasileiros a se envolverem em movimentos bem orquestrados que possam modificar o'' status quo'' a que nos submetemos calados, porque desolados e já sem esperanças de dias melhores.
À propósito: será que sabemos cantar o Hino Nacional sem cometer erros?
Deus seja louvado e nos dê forças e um pouco de fé para vivenciar mudanças. E nos permita crer, novamente, nos semelhantes que há muito já não nos representam, mas teimam em dizer que sim.
Que um novo olhar nos contemple, bem como à pátria amada!
KATIA CHIAPPINI
Por que o Brasil. em estado de penúria, ainda faz comemorações suntuosas para as altas cúpulas do governo?
Por que viaja em caravanas fantásticas, onde os convidados nem sabem o que vão fazer?
Cada vez mais os dirigentes da nação relegam ao segundo plano os problemas básicos de subsistência, tais como,saúde, moradia, saneamento básico, educação e segurança.
Quem tem em suas mãos a responsabilidade de gerenciar um país não deveria justificar obras faraônicas com tantas desculpas sem veracidade. E só para promover uns e outros, apaniguados e comparsas de menos valia.
Percebemos que após qualquer evento fantástico, restarão obras inacabadas, elefantes brancos, superfaturamento e um total descaso com a população, ávida de soluções que não tomam vulto.
De um lado há o desperdício do dinheiro público e de outro, um povo aflito que sai às ruas e brada por justiça e humanidade.
A escolha da cidade do Rio de Janeiro para receber as delegações olímpicas, por exemplo, se revestiria de real significado, se os recursos arrecadados fossem voltados para investir em obras sociais pertinentes e urgentes.
Mas essas providências não poderiam servir para elevar o ego dos governantes.Esses precisam ver seus nomes gravados em placas e afixados em viadutos, monumentos, rodovias e outras edificações do estilo.
Percebemos que esses eventos extraordinários se destinam a enaltecer a vaidade humana e parecem enriquecer os mais ricos e empobrecer os mais pobres.
Diferente seria se houvesse um esforço ,por parte dos governantes, no sentido de promover políticas públicas, onde os povos visitantes e abastados, procurassem investir em nossa pátria, num programa salutar de boa vizinhança.
Mas um país despojado intelectualmente só quer pão e circo: carnaval, samba e futebol.
Continuamos a perdoar as dívidas de outros povos, a não cobrar impostos devidos de quem pode pagar.
E,pasmem, liguei o rádio e acabo de saber que houve um bloqueio antecipado de emergências e leitos dos hospitais, quando da olimpíada recente. E um cidadão, portador de leucemia, ficou vagando por 7 dias e 7 noites, sem que lhe fosse oferecido um leito para se acomodar.
E isso tudo ocorreu em nome e em prol dos doentes ''olímpicos''.
E o que dizer dessa olimpíada da dor que se espalha pelo país?
E essa olimpíada do fracasso que nem quer medalha de ouro e sim, ouvir vozes comprometidas com a desgraça do cidadão?
Queremos ouvir um hino de louvor ao trabalho do homem simples que se contenta com tão pouco e que merece tanto.
Não queremos ouvir os gritos vindos de agressões físicas, de violência moral, psicológica e, de qualquer forma, coercitiva.
Passada a euforia dos jogos olímpicos, e nem tiro o brilho dos mesmos, nem a superação dos atletas, onde está a equipe política que nos deve um pouco de paz?
Pobre pátria amada, só idolatrada pelo banditismo que prende o homem de bem em gaiolas gradeadas, dentro do condomínio e do domínio da impunidade e da inobservância dos princípios básicos de cidadania.
Convido a todos os brasileiros a se envolverem em movimentos bem orquestrados que possam modificar o'' status quo'' a que nos submetemos calados, porque desolados e já sem esperanças de dias melhores.
À propósito: será que sabemos cantar o Hino Nacional sem cometer erros?
Deus seja louvado e nos dê forças e um pouco de fé para vivenciar mudanças. E nos permita crer, novamente, nos semelhantes que há muito já não nos representam, mas teimam em dizer que sim.
Que um novo olhar nos contemple, bem como à pátria amada!
KATIA CHIAPPINI
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
POEMA:SENTIMENTO
POEMA: SENTIMENTO
O poema se vale do encantamento que produz, e se insere, nos sentimentos mais profundos ,desde a antiguidade, ocupando um lugar de relevo entre os menestréis e seresteiros dos tempos de realeza. O poema proclama reclama, se irmana e chama por seus adeptos. Quem lê o poema é sugado por sua magia. Quem escreve o poema precisa fazê-lo para que encontre sentido em seu dia.
O exercício do poema eleva o espírito e torna a alma cristalina.
Quando nos ocupamos da escrita de um poema, temos a necessidade de ler, reler, procurar um novo sinônimo, prestar atenção na concordância verbal e na logicidade do mesmo. Quanto mais fugirmos do lugar comum mais elaborado e belo será o poema. Mas não precisa ser pernóstico, nem um labirinto de palavras indecifráveis. Na simplicidade está a beleza.
É como se escrever um poema fosse dar um mergulho profundo para voltar mais saudável e renovado.
Poderia ser considerado um vício, mas prefiro dizer que é fruto de um talento, de uma habilidade que já nasce com seu autor.
O poema não pode ficar esquecido numa gaveta qualquer de um porão empoeirado. Ele tem vida própria e pede para ser compartilhado.Aprisioná-lo seria desconhecer ou negar sua verdade.
Para o autor sensível, basta a observação de uma pequena cena de rua para florescer e se transformar em uma inspiração poética.
A visão dos pássaros pendurados nos fios de luz, a flor em botão, o trigal com as cores do Sol, as pombas procurando pipoca nas praças, as cachoeiras deslizando por entre os rochedos, tudo isso, é matéria ´prima para que se faça um poema.
O poema vem buscar você quando está alegre ou triste, quando está amando e quando não está.
Ao acordar, se escrever um poema, antes de ler seu jornal, ou tomar o café matinal, o dia vai lhe parecer mais bonito. E sua energia se multiplicará porque já terá fortalecido o espírito.
O poema passará a ser uma de suas responsabilidades e irá merecer sua atenção na medida que lhe der prazer. E quando perceber a reação dos leitores, quando o montante tomar vulto, jamais vai pensar em parar de escrevê-lo.
O poema trará alento e chegará afoito aos corações que o aprisionarem. Poderá transformar vidas, ampliar os horizontes, para uns, e servir de bálsamo para outros.
Somos, nós escritores, mesmo leigos, aquele pequeno grão de areia que se agrega a outros grãos, vagarosamente, até formar um volume e uma densidade consideráveis. E vamos recolhendo pelo caminho outros leitores, tentando bloquear os mares de tristeza de tantos quantos precisam de uma palavra de conforto.
Abrace seu poema como se abraçasse um ente querido. E estará abraçando a si mesmo e sorrindo aleatoriamente.
Ainda é possível inventar um ''causo'' para contar na roda de pescadores, ou na roda de chimarrão, ao redor do fogo de chão.
E vá dedilhando ao violão aquelas trovas , repentes, improvisos, modas de viola que embalam sua alma.
E não se faça de rogado se lhe pedirem para declamar aquela poesia que sabe de cor, desde os tempos idos de sua saudosa infância.
E não faça pouco dos poetas e nem faça ouvidos moucos a sua obra.
Se assim o fizer, não se surpreenda se perceber que se permitiu deixar ficar um ser fútil porque oco.
Pense bem nisso e pare de contar suas economias em dinheiro, todos os dias.
Cuide de sua alma .Essa é, verdadeiramente,a fonte de sua fortuna!
Então, recite uma poesia e a tenha como companheira fiel em sua vida.
KATIA CHIAPPINI
O poema se vale do encantamento que produz, e se insere, nos sentimentos mais profundos ,desde a antiguidade, ocupando um lugar de relevo entre os menestréis e seresteiros dos tempos de realeza. O poema proclama reclama, se irmana e chama por seus adeptos. Quem lê o poema é sugado por sua magia. Quem escreve o poema precisa fazê-lo para que encontre sentido em seu dia.
O exercício do poema eleva o espírito e torna a alma cristalina.
Quando nos ocupamos da escrita de um poema, temos a necessidade de ler, reler, procurar um novo sinônimo, prestar atenção na concordância verbal e na logicidade do mesmo. Quanto mais fugirmos do lugar comum mais elaborado e belo será o poema. Mas não precisa ser pernóstico, nem um labirinto de palavras indecifráveis. Na simplicidade está a beleza.
É como se escrever um poema fosse dar um mergulho profundo para voltar mais saudável e renovado.
Poderia ser considerado um vício, mas prefiro dizer que é fruto de um talento, de uma habilidade que já nasce com seu autor.
O poema não pode ficar esquecido numa gaveta qualquer de um porão empoeirado. Ele tem vida própria e pede para ser compartilhado.Aprisioná-lo seria desconhecer ou negar sua verdade.
Para o autor sensível, basta a observação de uma pequena cena de rua para florescer e se transformar em uma inspiração poética.
A visão dos pássaros pendurados nos fios de luz, a flor em botão, o trigal com as cores do Sol, as pombas procurando pipoca nas praças, as cachoeiras deslizando por entre os rochedos, tudo isso, é matéria ´prima para que se faça um poema.
O poema vem buscar você quando está alegre ou triste, quando está amando e quando não está.
Ao acordar, se escrever um poema, antes de ler seu jornal, ou tomar o café matinal, o dia vai lhe parecer mais bonito. E sua energia se multiplicará porque já terá fortalecido o espírito.
O poema passará a ser uma de suas responsabilidades e irá merecer sua atenção na medida que lhe der prazer. E quando perceber a reação dos leitores, quando o montante tomar vulto, jamais vai pensar em parar de escrevê-lo.
O poema trará alento e chegará afoito aos corações que o aprisionarem. Poderá transformar vidas, ampliar os horizontes, para uns, e servir de bálsamo para outros.
Somos, nós escritores, mesmo leigos, aquele pequeno grão de areia que se agrega a outros grãos, vagarosamente, até formar um volume e uma densidade consideráveis. E vamos recolhendo pelo caminho outros leitores, tentando bloquear os mares de tristeza de tantos quantos precisam de uma palavra de conforto.
Abrace seu poema como se abraçasse um ente querido. E estará abraçando a si mesmo e sorrindo aleatoriamente.
Ainda é possível inventar um ''causo'' para contar na roda de pescadores, ou na roda de chimarrão, ao redor do fogo de chão.
E vá dedilhando ao violão aquelas trovas , repentes, improvisos, modas de viola que embalam sua alma.
E não se faça de rogado se lhe pedirem para declamar aquela poesia que sabe de cor, desde os tempos idos de sua saudosa infância.
E não faça pouco dos poetas e nem faça ouvidos moucos a sua obra.
Se assim o fizer, não se surpreenda se perceber que se permitiu deixar ficar um ser fútil porque oco.
Pense bem nisso e pare de contar suas economias em dinheiro, todos os dias.
Cuide de sua alma .Essa é, verdadeiramente,a fonte de sua fortuna!
Então, recite uma poesia e a tenha como companheira fiel em sua vida.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
ESTOU COMPONDO A CANÇÃO
ESTOU COMPONDO A CANÇÃO
Estou me inspirando na canção
Compondo rimas paramo coração
Sem exigir nenhuma retribuição
Estou mascarando uma decepção
A canção é da alma a expressão
Que afasta os instantes de desolação
Transita entre a valsa e o baião
Abraçando de ''Strauss'' a Gonzagão
Estou lapidando uma canção
Buscando da arte o meu quinhão
Faço letra e música como solução
E equilibro a minha indefinição
Estou compondo sob intensa emoção
Amenizando toda essa ingratidão
Minha canção vem enganar a solidão
E serve de sentinela nessa ocasião
Estou compondo com satisfação
Antes que o desalento vire um tufão
Mas tenho a alma imune à destruição
Pois há muito eu caminho sem direção
Meus versos são a minha proteção
E me trazem gotas de meditação
Entre rimas busco a paz e a união
Delas retiro Salmos em louvação
KATIA CHIAPPINI
e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
Estou me inspirando na canção
Compondo rimas paramo coração
Sem exigir nenhuma retribuição
Estou mascarando uma decepção
A canção é da alma a expressão
Que afasta os instantes de desolação
Transita entre a valsa e o baião
Abraçando de ''Strauss'' a Gonzagão
Estou lapidando uma canção
Buscando da arte o meu quinhão
Faço letra e música como solução
E equilibro a minha indefinição
Estou compondo sob intensa emoção
Amenizando toda essa ingratidão
Minha canção vem enganar a solidão
E serve de sentinela nessa ocasião
Estou compondo com satisfação
Antes que o desalento vire um tufão
Mas tenho a alma imune à destruição
Pois há muito eu caminho sem direção
Meus versos são a minha proteção
E me trazem gotas de meditação
Entre rimas busco a paz e a união
Delas retiro Salmos em louvação
KATIA CHIAPPINI
e-mail:katia_fachinello42@hotmail.com
domingo, 21 de agosto de 2016
EU NUNCA APRENDI...
EU NUNCA APRENDI...
Eu nunca aprendi
A apagar o calor
Em teus olhos eu li
Promessas de amor
Eu nunca aprendi
A ser como eu sou
Esse amor permiti
E ele me aniquilou
Eu nunca aprendi
Respirei o teu ar
Depois não te vi
Comecei a chorar
Eu nunca aprendi
A conter essa dor
Uma noite eu sofri
Lendo cartas de amor
Eu nunca aprendi:
- Oh! mundo cruel
Uma ilusão vivi
Do amor ao fel
Eu nunca aprendi
Mas a vida ensinou
Na tristeza me vi
Já que o amor me deixou
KATIA CHIAPPINI
Eu nunca aprendi
A apagar o calor
Em teus olhos eu li
Promessas de amor
Eu nunca aprendi
A ser como eu sou
Esse amor permiti
E ele me aniquilou
Eu nunca aprendi
Respirei o teu ar
Depois não te vi
Comecei a chorar
Eu nunca aprendi
A conter essa dor
Uma noite eu sofri
Lendo cartas de amor
Eu nunca aprendi:
- Oh! mundo cruel
Uma ilusão vivi
Do amor ao fel
Eu nunca aprendi
Mas a vida ensinou
Na tristeza me vi
Já que o amor me deixou
KATIA CHIAPPINI
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