O NOIVO
O noivo confirmou
Que haveria casamento
A noiva se preparou
Esperou seu momento
Conferiu todas as listas
De presentes ofertados
Seu vestido a modista
Levou para ser bordado
Dentro de um táxi avistou
O noivo comprometido
Mas foi outra que beijou
Num desejo incontido
A noiva chorou em casa
Adeus ao sonho acalentado
Manjares criaram asas
E aos pobres foram dados
Amar de novo ela não quis
Tornou-se alfabetizadora
Sua missão era junto ao giz
É a Escola: a sua redentora
KATIA CHIAPPINI
Pensamentos,poesias e crônicas de minha autoria,para os apreciadores de gotas poeticas. Essas constituem um bálsamo para a paz espiritual,cujas ondas se inserem na harmonia do cosmos.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
AME
AME
Ame quem ama você
Ame quem chega antes que você chame
Ame quem vem na tempestade bem mais do que na bonança
Ame quem sabe pedir perdão
Ame quem compartilha sua vida e não só faz promessas.
Ame nas quatro estações do ano
Ame, verdadeiramente. Não seja aquela aventura de Carnaval com breve validade.
Ame com dedicação e sem esperar retribuição
Ame de mãos dadas, de rosto ruborizado ,de coração palpitante.
Ame correndo na chuva, pulando corda, correndo na areia, rolando morros, jogando pedrinhas no rio.
Ame colhendo flores para oferecer, escolhendo um perfume, um livro, um caixa de bombons . Compre um ingresso para uma viagem de segunda lua de mal. Presenteie com um ingresso para assistir a um espetáculo artístico.
Ame fazendo voluntariado, adotando uma criança, cuidando de um idoso.
Ame o momento e não exija demais .Deixe o tempo mostrar o caminho.
Ame porque o verbo amar não foi feito para conjugar e sim para ser um exercício constante de solidariedade.
Ame, se conhecer alguém que seja inteiro e verdadeiro. E que deixe você ser você mesma.
Ame a vida. E saiba se erguer dos tombos que tomar. Siga em frente a despeito de tudo e de todos.
E se tiver uma grande desilusão amorosa, ame a si mesma, dê um tempo para se organizar e delinear novos caminhos.
No silêncio, na meditação, na paz interior, na certeza do dever cumprido, procure uma sombra para descansar.
Pense que o Sol vai voltar a brilhar para você, quando estiver pronta para trilhar uma trajetória que seja a sua.
E faça desse caminho sua nova fonte de esperança!
Ame amar a vida!
KATIA CHIAPPINI
Ame quem ama você
Ame quem chega antes que você chame
Ame quem vem na tempestade bem mais do que na bonança
Ame quem sabe pedir perdão
Ame quem compartilha sua vida e não só faz promessas.
Ame nas quatro estações do ano
Ame, verdadeiramente. Não seja aquela aventura de Carnaval com breve validade.
Ame com dedicação e sem esperar retribuição
Ame de mãos dadas, de rosto ruborizado ,de coração palpitante.
Ame correndo na chuva, pulando corda, correndo na areia, rolando morros, jogando pedrinhas no rio.
Ame colhendo flores para oferecer, escolhendo um perfume, um livro, um caixa de bombons . Compre um ingresso para uma viagem de segunda lua de mal. Presenteie com um ingresso para assistir a um espetáculo artístico.
Ame fazendo voluntariado, adotando uma criança, cuidando de um idoso.
Ame o momento e não exija demais .Deixe o tempo mostrar o caminho.
Ame porque o verbo amar não foi feito para conjugar e sim para ser um exercício constante de solidariedade.
Ame, se conhecer alguém que seja inteiro e verdadeiro. E que deixe você ser você mesma.
Ame a vida. E saiba se erguer dos tombos que tomar. Siga em frente a despeito de tudo e de todos.
E se tiver uma grande desilusão amorosa, ame a si mesma, dê um tempo para se organizar e delinear novos caminhos.
No silêncio, na meditação, na paz interior, na certeza do dever cumprido, procure uma sombra para descansar.
Pense que o Sol vai voltar a brilhar para você, quando estiver pronta para trilhar uma trajetória que seja a sua.
E faça desse caminho sua nova fonte de esperança!
Ame amar a vida!
KATIA CHIAPPINI
CURIOSIDADE DA LÍNGUA PORTUGUÊSA
CURIOSIDADES
DA LÍNGUA PORTUGUESA
Em Atenas, eram sorteados homens para fazer uma refeição, em comum, durante a qual eram feitas orações e invocações aos deuses. Esses homens eram considerados sagrados.
Os cidadãos que se sentavam à mesa ficavam investidos de caráter sacerdotal. As horas de trabalho perdidas lhes eram perdoadas.
Esses homens eram chamados de parasitas.
Mais tarde, a palavra tomou sentido pejorativo como a conhecemos até hoje.
No tempo de Demóstenes os parasitas tinham desaparecido, mas os prítanes continuavam obrigados a partilharem das refeições, em comum, no Pritaneu.
Referência bibliográfica: A Cidade Antiga,do autor Fustel de Coulanges
Obs: Pritaneu era a sede dos prítanes, ou seja, dos membros do governo das cidades-Estado da Grécia Antiga.
KATIA CHIAPPINI
DA LÍNGUA PORTUGUESA
Em Atenas, eram sorteados homens para fazer uma refeição, em comum, durante a qual eram feitas orações e invocações aos deuses. Esses homens eram considerados sagrados.
Os cidadãos que se sentavam à mesa ficavam investidos de caráter sacerdotal. As horas de trabalho perdidas lhes eram perdoadas.
Esses homens eram chamados de parasitas.
Mais tarde, a palavra tomou sentido pejorativo como a conhecemos até hoje.
No tempo de Demóstenes os parasitas tinham desaparecido, mas os prítanes continuavam obrigados a partilharem das refeições, em comum, no Pritaneu.
Referência bibliográfica: A Cidade Antiga,do autor Fustel de Coulanges
Obs: Pritaneu era a sede dos prítanes, ou seja, dos membros do governo das cidades-Estado da Grécia Antiga.
KATIA CHIAPPINI
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
AH! ESSES HOMENS!
AH! ESSES HOMENS!
O homem fica solteiro
Namora mulher casada
Diz que é amor certeiro
Mas foge na madrugada
As vezes, namora 10 anos
Logo ao casar se separa
Mas coloca quentes panos
E o problema não encara
O homem é aventureiro
Ao ver uma saia persegue
Nem sabe onde ir primeiro
Aceita aquela que o segue
Parece que assumir o namoro
Hoje não tem mais chance
Não se conserva o decoro
O amor virou uma avalanche
O homem inseguro tem tantas
Que acaba velho e sozinho
As amantes não são santas
De repente, saem de mansinho
Só a ex-esposa ainda tem
Espírito cristão, humanitário
N o final da jornada ela vem
Ouvir as lamúrias do otário
KATIA CHIAPPINI
O homem fica solteiro
Namora mulher casada
Diz que é amor certeiro
Mas foge na madrugada
As vezes, namora 10 anos
Logo ao casar se separa
Mas coloca quentes panos
E o problema não encara
O homem é aventureiro
Ao ver uma saia persegue
Nem sabe onde ir primeiro
Aceita aquela que o segue
Parece que assumir o namoro
Hoje não tem mais chance
Não se conserva o decoro
O amor virou uma avalanche
O homem inseguro tem tantas
Que acaba velho e sozinho
As amantes não são santas
De repente, saem de mansinho
Só a ex-esposa ainda tem
Espírito cristão, humanitário
N o final da jornada ela vem
Ouvir as lamúrias do otário
KATIA CHIAPPINI
domingo, 2 de outubro de 2016
HUMILDADE
HUMILDADE
Todos sabemos:erramos
Mas fomos feitos assim
Aqui e agora estamos
Escondidos no camarim
Estamos já preteridos
Portando invisível véu
Meio tristes ou perdidos
Num veloz carrossel
Aceitando essa situação
De não mais viver o amor
Para não implorar o perdão
Nos consumimos na dor
Perdoar é, sim, necessário
Todos se beneficiam
Prepotência é um calvário
Que as escrituras baniam
O amor está esperando
Esse gesto, esse pedido
O tempo está passando
Sem valor, sem sentido
De que vale esse orgulho
Que não vai beneficiar!
É inútil como o entulho
E nos impede de amar
Se não tem sua comanda
Para deixar a pele na pele
Peça perdão na varanda
Deixe que o amor se revele
KATIA CHIAPPINI
Todos sabemos:erramos
Mas fomos feitos assim
Aqui e agora estamos
Escondidos no camarim
Estamos já preteridos
Portando invisível véu
Meio tristes ou perdidos
Num veloz carrossel
Aceitando essa situação
De não mais viver o amor
Para não implorar o perdão
Nos consumimos na dor
Perdoar é, sim, necessário
Todos se beneficiam
Prepotência é um calvário
Que as escrituras baniam
O amor está esperando
Esse gesto, esse pedido
O tempo está passando
Sem valor, sem sentido
De que vale esse orgulho
Que não vai beneficiar!
É inútil como o entulho
E nos impede de amar
Se não tem sua comanda
Para deixar a pele na pele
Peça perdão na varanda
Deixe que o amor se revele
KATIA CHIAPPINI
POUCOS OU MUITOS
POUCOS OU MUITOS
Poucos conservam doçura
Muitos são desiludidos
Pouco têm acesso à cura
Muitos são desassistidos
Poucos são os abrigados
Muitos estão ao relento
Poucos são bem-amados
Muitos estão em tormento
Poucos mostram bondade
Muitos andam sonolentos
Poucos ainda têm saudade
Muitos guardam lamentos
Poucos estão a se entender
Muitos não querem repartir
Poucos estão a agradecer
Muitos se voltam pra pedir
Muitos gritam seus suores
E poucos tentam escutar
Há muitas farsas e horrores
Poucos tentam colaborar
Muitos são os chamados
Poucos são os escolhidos
Muitos largam o seu fardo
Poucos possuem libido
Muitas coisas fazemos
E poucos nos dão valor
Muitas injustiças sofremos
No mundo ora opressor
Mas há muitos descrentes
Pouca paz e muita greve
Muitos lutam corpo a corpo
Poucos colhem a alma leve
KATIA CHIAPPINI
Poucos conservam doçura
Muitos são desiludidos
Pouco têm acesso à cura
Muitos são desassistidos
Poucos são os abrigados
Muitos estão ao relento
Poucos são bem-amados
Muitos estão em tormento
Poucos mostram bondade
Muitos andam sonolentos
Poucos ainda têm saudade
Muitos guardam lamentos
Poucos estão a se entender
Muitos não querem repartir
Poucos estão a agradecer
Muitos se voltam pra pedir
Muitos gritam seus suores
E poucos tentam escutar
Há muitas farsas e horrores
Poucos tentam colaborar
Muitos são os chamados
Poucos são os escolhidos
Muitos largam o seu fardo
Poucos possuem libido
Muitas coisas fazemos
E poucos nos dão valor
Muitas injustiças sofremos
No mundo ora opressor
Mas há muitos descrentes
Pouca paz e muita greve
Muitos lutam corpo a corpo
Poucos colhem a alma leve
KATIA CHIAPPINI
sábado, 1 de outubro de 2016
DE REPENTE, IDOSO
DE REPENTE, IDOSO
Idade é o que menos nos importa
Todos somos ainda aquela criança
Nada de ficar de cara triste e torta
A alma se embeleza na esperança
O amor pode vir na maturidade
Com tenacidade e força de leão
Pode ser prenúncio de verdade
E ser a mais intensa explosão
De repente a natureza encanta
Da janela se vê o firmamento
Uma estrela pisca, se abrilhanta
Como brilha o meu sentimento
Nada cala o sentimento do ser
De repente , idoso, mas feliz
Mais um dia glorioso pra viver:
-Minha alma canta: assim me diz
A idade aprimora o envolvimento
Encantar-se é novamente nascer
A entrega vem com discernimento
Gestos viscerais voltam a acontecer
O tempo é o professor do amor
E a idade não impede de querer ser
Protagonista ainda com vigor
De especial noite de prazer
Se algo não for como o esperado
É como a TV, que perdeu a antena
O bem amado ainda está deitado
E pede senha pra recomeçar a cena
KATIA CHIAPPINI
Idade é o que menos nos importa
Todos somos ainda aquela criança
Nada de ficar de cara triste e torta
A alma se embeleza na esperança
O amor pode vir na maturidade
Com tenacidade e força de leão
Pode ser prenúncio de verdade
E ser a mais intensa explosão
De repente a natureza encanta
Da janela se vê o firmamento
Uma estrela pisca, se abrilhanta
Como brilha o meu sentimento
Nada cala o sentimento do ser
De repente , idoso, mas feliz
Mais um dia glorioso pra viver:
-Minha alma canta: assim me diz
A idade aprimora o envolvimento
Encantar-se é novamente nascer
A entrega vem com discernimento
Gestos viscerais voltam a acontecer
O tempo é o professor do amor
E a idade não impede de querer ser
Protagonista ainda com vigor
De especial noite de prazer
Se algo não for como o esperado
É como a TV, que perdeu a antena
O bem amado ainda está deitado
E pede senha pra recomeçar a cena
KATIA CHIAPPINI
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